-
-
Suomen Raamattuopisto (1776) -
-
1
|Ester 1:1|
Siihen aikaan, kuin Ahasverus hallitsi Indiasta Etiopiaan asti, sataa ja seitsemääkolmattakymmenta maakuntaa,
-
2
|Ester 1:2|
Ja kuin hän istui valtakuntansa istuimella, Susanin linnassa,
-
3
|Ester 1:3|
Kolmantena hallituksensa vuonna, teki hän pidot kaikille päämiehillensä ja palvelioillensa, Persian ja Median sodanpäämiehille ja maakuntain hallitsioille hänen edessänsä,
-
4
|Ester 1:4|
Näyttäin heille valtakuntansa kunnian rikkaudet ja herrautensa kalliit kaunistukset monta päivää, sata ja kahdeksankymmentä päivää.
-
5
|Ester 1:5|
Ja kuin ne päivät olivat täytetyt, teki kuningas kaikelle kansalle, joka Susanin linnassa oli, sekä suurille että pienille pidot seitsemäksi päiväksi, kuninkaallisen huoneen yrttitarhan salissa.
-
6
|Ester 1:6|
Siellä riippuivat valkiat, viheriäiset ja sinertävät seinävaatteet, yhteen sidotut kalliilla liinaisilla ja purppuraisilla siteillä hopiarenkaissa, marmorikivisten patsasten päällä; vuoteet olivat kullasta ja hopiasta, permanto oli laskettu viheriäisistä, valkeista, keltaisista ja mustista marmorikivistä.
-
7
|Ester 1:7|
Ja juomaa kannettiin kultaisilla astioilla, ja aina toisilla ja toisilla astioilla, ja kuninkaallista viinaa yltäkyllä, kuninkaan varan perään.
-
8
|Ester 1:8|
Ja juominen tapahtui säädöksen jälkeen, niin ettei yksikään toistansa vaatinut; sillä kuningas oli niin käskenyt kaikille edeskäyville huoneessansa, tehdä jokaisen mielen nouteeksi.
-
9
|Ester 1:9|
Ja kuningatar Vasti teki myös pidot vaimoille kuningas Ahasveruksen kuninkaallisessa huoneessa.
-
10
|Ester 1:10|
Ja seitsemäntenä päivänä, kuin kuningas oli iloinen viinasta, käski hän Mehumanin, Bistan, Harbonan, Bigtan, Abagtan, Setarin ja Karkaan, seitsemän kamaripalveliaa, jotka palvelivat kuningas Ahasverusta,
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva