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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
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|Salmos 71:4|
Livra-me, Deus meu, das mãos do ímpio, das garras do homem injusto e cruel.
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|Salmos 71:5|
Pois tu és a minha esperança, SENHOR Deus, a minha confiança desde a minha mocidade.
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6
|Salmos 71:6|
Em ti me tenho apoiado desde o meu nascimento; do ventre materno tu me tiraste, tu és motivo para os meus louvores constantemente.
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7
|Salmos 71:7|
Para muitos sou como um portento, mas tu és o meu forte refúgio.
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8
|Salmos 71:8|
Os meus lábios estão cheios do teu louvor e da tua glória continuamente.
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9
|Salmos 71:9|
Não me rejeites na minha velhice; quando me faltarem as forças, não me desampares.
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10
|Salmos 71:10|
Pois falam contra mim os meus inimigos; e os que me espreitam a alma consultam reunidos,
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11
|Salmos 71:11|
dizendo: Deus o desamparou; persegui-o e prendei-o, pois não há quem o livre.
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12
|Salmos 71:12|
Não te ausentes de mim, ó Deus; Deus meu, apressa-te em socorrer-me.
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13
|Salmos 71:13|
Sejam envergonhados e consumidos os que são adversários de minha alma; cubram-se de opróbrio e de vexame os que procuram o mal contra mim.
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Sugestões

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24 de setembro LAB 633
MIQUÉIAS, CRISTO, OS CRISTÃOS E VOCÊ
Miquéias 05-07
O livro de Miquéias é um livro profundamente cristocêntrico, tanto ao falar de Cristo quanto ao falar com os seguidores de Cristo. Embora tenha sido escrito antes de Cristo, é um livro profético, que portanto conseguiu enxergar no futuro mesmo estando ainda no passado. Essa sua transcendência ao tempo dá-nos a garantia de sua atualidade, mesmo depois de milhares de anos em que foi escrito, pois, afinal de contas, também foi escrito séculos antes do Cristo e dos cristãos a quem se refere.
Abaixo, vamos estudar dois versículos. Cada um deles, pode destacar-nos uma dessas cristologias do livro de Miquéias, a que olha para Cristo, e a que olha para os seguidores de Cristo.
“Mas tu, Belém-Efrata, embora pequena entre os clãs [ou governantes] de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens [no hebraico, saídas] estão no passado distante, em tempos antigos [traduzindo de forma mais literal: desde os dias da eternidade] (5:2 – NVI). Na versão bíblica Atualizada, de João Ferreira de Almeida, lemos como esta última proposta de tradução: “desde os dias da eternidade”. Aplicando este verso a Jesus (cf. Mateus 2:6), chegamos ao aprendizado de que, apesar de que, em sua fase de encarnação, tenha nascido em Belém, Cristo já existia muito antes do evento do seu próprio nascimento. E de acordo com Isaías 9:6, esta existência remonta-se à própria pré-existência eterna, no passado. Ou seja, Ele, divinamente, sempre existiu. Amém, por isso! Pois para ser o nosso Deus, precisa, no mínimo, ser eterno, não acha?
Essa segurança tem uma influência direta na nossa resposta comportamental. Cristo tem suas virtudes e prerrogativas divinas. Mas e o ser humano que o segue? O capítulo seguinte do livro de Miquéias nos ajuda a entendermos isto. “Ele mostrou a você, ó homem [ser humano], o que é bom e o que o Senhor exige [pede de ti]: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus (Miquéias 6:8 – NVI). Alguém justo, fiel e que anda humildemente com Deus, é alguém que pode ser chamado de cristão, no melhor sentido da palavra. Quem somos nós para conseguirmos, por nosso próprio esforço, viver plenamente estas virtudes, não é mesmo?
É por isso que contamos com a graça de Deus. “Quem é comparável a ti, ó Deus, que perdoas o pecado e esqueces a transgressão do remanescente da sua herança? Tu que não permaneces irado para sempre, mas que tens prazer em mostrar amor (7:18 – NVI). Miquéias conseguiu enxergar a Deus num futuro muito distante, mas e você, tem vivido na presença do Deus (in)visível?
Valdeci Júnior
Fátima Silva