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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
36-
João Ferreira de Almeida Revista e Atualizada -
- Malícia humana e benignidade divina
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1
|Salmos 36:1|
Há no coração do ímpio a voz da transgressão; não há temor de Deus diante de seus olhos.
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2
|Salmos 36:2|
Porque a transgressão o lisonjeia a seus olhos e lhe diz que a sua iniqüidade não há de ser descoberta, nem detestada.
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3
|Salmos 36:3|
As palavras de sua boca são malícia e dolo; abjurou o discernimento e a prática do bem.
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4
|Salmos 36:4|
No seu leito, maquina a perversidade, detém-se em caminho que não é bom, não se despega do mal.
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5
|Salmos 36:5|
A tua benignidade, SENHOR, chega até aos céus, até às nuvens, a tua fidelidade.
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6
|Salmos 36:6|
A tua justiça é como as montanhas de Deus; os teus juízos, como um abismo profundo. Tu, SENHOR, preservas os homens e os animais.
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7
|Salmos 36:7|
Como é preciosa, ó Deus, a tua benignidade! Por isso, os filhos dos homens se acolhem à sombra das tuas asas.
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8
|Salmos 36:8|
Fartam-se da abundância da tua casa, e na torrente das tuas delícias lhes dás de beber.
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9
|Salmos 36:9|
Pois em ti está o manancial da vida; na tua luz, vemos a luz.
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10
|Salmos 36:10|
Continua a tua benignidade aos que te conhecem, e a tua justiça, aos retos de coração.
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Sugestões

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18 de agosto LAB 596
PLANOS DO PAI PARA NÓS
Jeremias 27-29
Em Jeremias 27, mais uma vez, o profeta anuncia sua mensagem utilizando um ato simbólico. Deus, que é o Senhor da História, concedeu por um tempo a soberania a Nabucodonosor, rei da Babilônia, e as nações que não se submeterem a ele terão de arcar com as conseqüências. Esse mesmo Deus é, ainda hoje, o Senhor da História. Ele concede a você certo domínio sobre algumas coisas na vida, e a outros, certos domínios sobre você. Pare para pensar, em como é que você tem lidado com estes assuntos de exercício de autoridade concedida.
No capítulo 28, a menção do jugo do rei da Babilônia relaciona este relato com o capítulo anterior, apesar de, aqui, a narração estar na terceira pessoa e não na primeira. O relato apresenta dois profetas, Hananias e Jeremias, como representantes de dois pontos de vista antagônicos. Hananias representa os profetas que anunciam paz e prosperidade; Jeremias declara que esse anúncio traz falsa esperança. Na realidade Jeremias estabeleceu um ponto de equilíbrio: o cativeiro não seria tão breve, como alguns falsos profetas tentavam predizer, mas certamente chegaria ao fim. O resultado desse encontro revelou quem é o falso profeta e qual é o critério para identificá-lo.
Mas quando entramos no capítulo 29, encontramos pelo menos três importantes fontes de esperança:
Deus diz ao Seu povo que não deve desistir da esperança porque sua situação não é resultado de acaso ou mal impossível de se predizer, pois o próprio Deus diz: “Eu deportei [Judá] de Jerusalém para a Babilônia” (verso 4). Embora o mal parecia cercá-lo, Judá nunca deixou de estar no centro das mãos de Deus.
Deus diz ao Seu povo que não deve perder a esperança porque Ele pode trabalhar mesmo dentro das dificuldades presentes (verso 7).
Deus diz ao Seu povo que não deve perder a esperança porque Ele vai pôr fim ao seu exílio em um tempo específico: “Assim diz o Senhor: Logo que se cumprirem para a Babilônia setenta anos, atentarei para vós outros e cumprirei para convosco a Minha boa palavra, tornando a trazer-vos para este lugar” (verso 10).
Mas veja com destaque os versos 11-14. Depois que Deus explicou como estava no comando no passado, está no comando no presente e estará no comando no futuro, Ele expressa graciosamente o terno cuidado por Seu povo. Leia os versos 11-14, colocando seu nome cada vez que aparecer a palavra vós, vosso, vocês ou similar, como se Deus estivesse fazendo-lhe essas promessas pessoalmente. Aplique-as para suas lutas, quaisquer que sejam elas.
Fontes: Rodapé da Bíblia de Estudos Almeida e LES 4º Trimestre de 2007, pág. 85.
Valdeci Júnior
Fátima Silva