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Afrikaans (1953) -
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|Gálatas 1:1|
Paulus, 'n apostel nie vanweë mense of deur 'n mens nie, maar deur Jesus Christus en God die Vader wat Hom uit die dode opgewek het,
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|Gálatas 1:2|
en al die broeders wat by my is--aan die gemeentes van Galásië:
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|Gálatas 1:3|
Genade vir julle en vrede van God die Vader en onse Here Jesus Christus,
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4
|Gálatas 1:4|
wat Homself gegee het vir ons sondes, sodat Hy ons kan uitred uit die teenwoordige bose wêreld, volgens die wil van onse God en Vader,
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5
|Gálatas 1:5|
aan wie die heerlikheid toekom in alle ewigheid! Amen.
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6
|Gálatas 1:6|
Ek verwonder my dat julle so gou afvallig word van hom wat julle deur die genade van Christus geroep het, na 'n ander evangelie toe,
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7
|Gálatas 1:7|
terwyl daar geen ander is nie; behalwe dat daar sommige mense is wat julle in die war bring en die evangelie van Christus wil verdraai.
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8
|Gálatas 1:8|
Maar al sou ons of 'n engel uit die hemel julle 'n evangelie verkondig in stryd met die wat ons julle verkondig het, laat hom 'n vervloeking wees!
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9
|Gálatas 1:9|
Soos ons vantevore gesê het, sê ek nou ook weer: As iemand julle 'n evangelie verkondig in stryd met die wat julle ontvang het, laat hom 'n vervloeking wees!
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10
|Gálatas 1:10|
Soek ek dan nou die guns van mense, of van God? Of probeer ek om mense te behaag? As ek nog mense behaag, dan sou ek nie 'n dienskneg van Christus wees nie.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva