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Afrikaans (1953) -
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|Gálatas 4:1|
Maar ek sê: So lank as die erfgenaam 'n kind is, verskil hy niks van 'n dienskneg nie, al is hy heer van alles;
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|Gálatas 4:2|
maar hy staan onder voogde en bestuurders tot op die tyd tevore deur die vader bepaal.
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|Gálatas 4:3|
So was ons ook, toe ons kinders was, in diensbaarheid onder die eerste beginsels van die wêreld.
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|Gálatas 4:4|
Maar toe die volheid van die tyd gekom het, het God sy Seun uitgestuur, gebore uit 'n vrou, gebore onder die wet,
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|Gálatas 4:5|
om die wat onder die wet was, los te koop, sodat ons die aanneming tot kinders kan ontvang.
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|Gálatas 4:6|
En omdat julle kinders is, het God die Gees van sy Seun in julle harte uitgestuur, en Hy roep: Abba, Vader!
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|Gálatas 4:7|
Daarom is jy nie meer dienskneg nie, maar kind; en as jy kind is, dan ook erfgenaam van God deur Christus.
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|Gálatas 4:8|
Maar destyds, toe julle God nie geken het nie, het julle dié gedien wat van nature geen gode is nie;
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|Gálatas 4:9|
maar nou dat julle God ken, of liewer deur God geken is, hoe keer julle weer terug tot die swakke en armoedige eerste beginsels wat julle weer van voor af aan wil dien?
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|Gálatas 4:10|
Julle neem dae en en maande en tye en jare waar.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva