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Afrikaans (1953) -
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1
|Joel 1:1|
Die woord van die HERE wat tot Joël, die seun van Pétuel, gekom het.
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2
|Joel 1:2|
Hoor dit, o oudstes, en luister, alle inwoners van die land! Het so iets ooit in julle dae of in die dae van julle vaders plaasgevind?
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3
|Joel 1:3|
Vertel daarvan aan julle kinders, en julle kinders aan hulle kinders, en húlle kinders aan die volgende geslag:
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4
|Joel 1:4|
Wat die afknyper laat oorbly het, het die treksprinkaan verslind; en wat die treksprinkaan laat oorbly het, het die voetganger verslind; en wat die voetganger laat oorbly het, het die kaalvreter verslind.
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5
|Joel 1:5|
Word wakker, julle dronkaards, en ween! En huil, al julle wyndrinkers! Oor die mos, omdat dit van julle mond weggeruk is.
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6
|Joel 1:6|
Want 'n sterk en ontelbare nasie het opgetrek oor my land; sy tande is leeutande, en dit kan byt soos 'n leeuin.
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7
|Joel 1:7|
Dit het my wingerdstok verwoes en my vyeboom versplinter; dit het ál sy bas afgeskil en weggegooi; die lote daarvan het wit geword.
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8
|Joel 1:8|
Weeklaag soos 'n jonkvrou wat oor die bruidegom van haar jeug met 'n roukleed omgord is.
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9
|Joel 1:9|
Spysoffer en drankoffer is ontruk aan die huis van die HERE; die priesters, die dienaars van die HERE, treur.
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10
|Joel 1:10|
Die veld is verwoes, die akkerland treur; want die koring is verwoes, die mos het weggedroog, die olie het verdwyn.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva