-
-
Afrikaans (1953) -
-
1
|Joel 2:1|
Blaas die basuin op Sion, en blaas alarm op my heilige berg! Laat al die inwoners van die land bewe, want die dag van die HERE kom, want hy is naby--
-
2
|Joel 2:2|
'n dag van duisternis en donkerheid, 'n dag van wolke en wolkenag; soos die môreskemering, uitgesprei oor die berge, kom 'n talryke en magtige volk, wat van oudsher sy gelyke nie gehad het nie en dit hierna ook nie sal hê tot in die jare van die verste geslagte nie.
-
3
|Joel 2:3|
Voor hom uit verteer 'n vuur, en agter hom brand 'n vlam; voor hom lyk die land soos die tuin van Eden, en agter hom is dit 'n woeste wildernis; ook kan niks daaraan ontkom nie.
-
4
|Joel 2:4|
Sy voorkoms is soos dié van perde, en net soos ryperde so hardloop hulle.
-
5
|Joel 2:5|
Soos die gedruis van waens huppel hulle oor die bergtoppe, soos die geknetter van 'n vuurvlam wat die kaf verteer, soos 'n magtige volk wat vir die geveg opgestel is.
-
6
|Joel 2:6|
Vir hom bewe die volke van angs, alle aangesigte verbleek.
-
7
|Joel 2:7|
Soos helde hardloop hulle, soos krygsmanne klim hulle op die muur, en elkeen gaan sy eie koers; hulle verander nie van pad nie.
-
8
|Joel 2:8|
En die een druk nie die ander nie; elkeen gaan sy eie pad; en tussen wapens deur val hulle; maar hulle bly in gelid.
-
9
|Joel 2:9|
Hulle oorval die stad, hulle hardloop op die muur, hulle klim in die huise, hulle dring by die vensters in soos 'n dief.
-
10
|Joel 2:10|
Voor hulle bewe die aarde, sidder die hemel; die son en die maan word swart, en die sterre trek hulle glans in.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva