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Afrikaans (1953) -
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21
|Joel 2:21|
Wees nie bevrees nie, o aarde, juig en wees bly, want die HERE doen groot dinge!
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22
|Joel 2:22|
Wees nie bevrees nie, diere van die veld, want die weivelde van die woestyn spruit uit, want die bome dra hulle vrugte, die vyeboom en die wingerdstok lewer hulle drag!
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23
|Joel 2:23|
En julle, kinders van Sion, juig en wees bly in die HERE julle God, want Hy gee julle die leraar tot geregtigheid en laat op julle neerdaal die reën, die vroeë reëns en die laat reëns, soos voorheen.
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24
|Joel 2:24|
Dan sal die dorsvloere vol koring wees en die parskuipe van mos en olie oorloop.
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25
|Joel 2:25|
En Ek sal julle vergoed die jare wat die treksprinkaan, die voetganger, die kaalvreter en die afknyper verslind het--my groot leërmag wat Ek teen julle gestuur het.
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26
|Joel 2:26|
Dan sal julle oorvloedig eet en versadig wees en die Naam van die HERE julle God prys wat wonderbaar met julle gehandel het, en my volk sal in ewigheid nie beskaamd staan nie.
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27
|Joel 2:27|
En julle sal weet dat Ek in die midde van Israel is, en dat Ek die HERE julle God is, en niemand anders nie; en my volk sal in ewigheid nie beskaamd staan nie.
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28
|Joel 2:28|
En daarna sal Ek my Gees uitgiet op alle vlees, en julle seuns en julle dogters sal profeteer, julle ou mense drome droom, julle jongelinge gesigte sien.
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29
|Joel 2:29|
En ook op die diensknegte en op die diensmaagde sal Ek in dié dae my Gees uitgiet.
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30
|Joel 2:30|
En Ek sal wondertekens gee aan die hemel en op die aarde: bloed en vuur en rookpilare.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva