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Afrikaans (1953) -
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4
|Jonas 4:4|
Daarop sê die HERE: Het jy rede om vertoornd te wees?
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5
|Jonas 4:5|
En Jona het die stad verlaat en aan die oostekant van die stad gaan sit. Daar maak hy toe vir hom 'n skerm, en hy gaan daaronder in die skaduwee sit, totdat hy sou sien wat met die stad gebeur.
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6
|Jonas 4:6|
Toe beskik die HERE God 'n wonderboom en laat dit oor Jona opskiet om te dien as skaduwee oor sy hoof, om hom van sy ontstemdheid te bevry; en Jona was baie bly oor die wonderboom.
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7
|Jonas 4:7|
Maar God het die volgende môre toe die dag breek, 'n wurm beskik; en dié het die wonderboom gesteek, sodat dit verdor het.
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8
|Jonas 4:8|
En met sonop het God 'n gloeiende oostewind beskik; en toe die son op die hoof van Jona steek, het hy magteloos geword en gewens dat hy mag sterwe, en gesê: Dit is vir my beter om te sterwe as om te lewe.
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9
|Jonas 4:9|
Toe sê God vir Jona: Het jy rede om vertoornd te wees oor die wonderboom? En hy antwoord: Ek het rede om vertoornd te wees tot die dood toe.
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10
|Jonas 4:10|
Verder sê die HERE: Jy wil die wonderboom spaar waar jy geen arbeid aan bestee het nie en wat jy nie grootgemaak het nie, wat in een nag ontstaan en in een nag vergaan het.
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11
|Jonas 4:11|
Maar Ek mag Ninevé, die groot stad, nie spaar nie waarin meer as honderd en twintig duisend mense is wat die onderskeid tussen hulle regter-- en hulle linkerhand nie weet nie, en baie vee?
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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva