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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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21
|Levítico 13:21|
Maar as die priester dit bekyk, en daar geen wit hare op is nie, en dit nie dieper as die vel is nie en dof van kleur geword het, dan moet die priester hom sewe dae lank opsluit.
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22
|Levítico 13:22|
En as dit werklik in die vel versprei, moet die priester hom onrein verklaar; dit is 'n plaag van melaatsheid.
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23
|Levítico 13:23|
Maar as die ligte vlek bly waar dit is, nie versprei het nie, is dit die litteken van die sweer, en die priester moet hom rein verklaar.
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24
|Levítico 13:24|
Of as in die vlees, in sy vel 'n brandplek van vuur is en die nuwe vlees van die brandplek 'n rooierige wit of wit vlek is;
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25
|Levítico 13:25|
en die priester dit bekyk en sien dat die hare op die ligte vlek wit geword het en dit dieper lyk as die vel, dan is dit melaatsheid; in die brandplek het dit uitgebreek. Daarom moet die priester hom onrein verklaar; dit is die plaag van melaatsheid.
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26
|Levítico 13:26|
Maar as die priester dit bekyk en sien dat op die ligte vlek geen wit hare is nie, en dit nie dieper as die vel is nie en dof van kleur geword het, dan moet die priester hom sewe dae lank opsluit.
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27
|Levítico 13:27|
Dan moet die priester op die sewende dag hom bekyk. As dit werklik in die vel versprei het, moet die priester hom onrein verklaar; dit is die plaag van melaatsheid.
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28
|Levítico 13:28|
Maar as die ligte vlek bly waar dit is, nie in die vel versprei het nie en dof van kleur geword het, dan is dit die swelsel van die brandplek. Daarom moet die priester hom rein verklaar, want dit is die litteken van die brandplek.
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29
|Levítico 13:29|
Verder, as daar by 'n man of vrou 'n aangetaste plek aan die hoof of in die baard is,
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30
|Levítico 13:30|
en die priester die plek bekyk en sien dat dit dieper lyk as die vel, en daar geel dun hare op is, dan moet die priester hom onrein verklaar; dit is skurfte, dit is melaatsheid van die hoof of van die baard.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva