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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Afrikaans (1953) -
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11
|Levítico 1:11|
En hy moet dit slag aan die noordekant van die altaar, voor die aangesig van die HERE; en die seuns van Aäron, die priesters, moet die bloed daarvan rondom teen die altaar uitgooi.
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12
|Levítico 1:12|
Daarna moet hy dit in sy stukke verdeel, met die kop en die vet, en die priester moet dit reglê op die hout wat op die altaarvuur is.
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13
|Levítico 1:13|
Maar die binnegoed en die pootjies moet hy met water was, en die priester moet dit alles bring en op die altaar aan die brand steek; 'n brandoffer is dit, 'n vuuroffer van lieflike geur aan die HERE.
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14
|Levítico 1:14|
En as sy offer aan die HERE 'n brandoffer is van voëls, moet hy sy offer bring van tortelduiwe of van jong duiwe.
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15
|Levítico 1:15|
En die priester moet dit na die altaar bring en die kop afknyp en op die altaar aan die brand steek, en die bloed moet teen die kant van die altaar uitgedruk word.
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16
|Levítico 1:16|
Dan moet hy die krop met die vere daaraan verwyder en dit by die altaar gooi, aan die oostekant, op die asplek.
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17
|Levítico 1:17|
Dan moet hy dit by die vlerke skeur sonder om hulle af te trek; en die priester moet dit op die altaar aan die brand steek, op die hout wat oor die vuur is; 'n brandoffer is dit, 'n vuuroffer van lieflike geur aan die HERE.
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1
|Levítico 2:1|
En as iemand aan die HERE 'n spysoffer bring, moet sy offer fynmeel wees; en hy moet olie daarop giet en wierook daarby voeg;
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2
|Levítico 2:2|
en hy moet dit na die seuns van Aäron, die priesters, bring; en die priester moet daarvan 'n handvol neem, van die fynmeel met die olie, met al die wierook wat daarby behoort; en hy moet dit as die gedenkoffer op die altaar aan die brand steek, 'n vuuroffer van lieflike geur aan die HERE.
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3
|Levítico 2:3|
En wat oorbly van die spysoffer, is vir Aäron en sy seuns, 'n hoogheilige deel van die vuuroffers van die HERE.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva