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Afrikaans (1953) -
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|Miquéias 6:12|
Want die rykes in die stad is vol geweld, en die inwoners daarvan spreek leuentaal, en hulle tong is bedrog in hulle mond.
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|Miquéias 6:13|
So slaan Ek jou dan ook met 'n smartlike wond, met verwoesting weens jou sondes.
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|Miquéias 6:14|
Jy sal eet, maar nie versadig word nie, sodat jou honger in jou binneste bly; en jy sal wegbring sonder om iets te red; en wat jy red, sal Ek aan die swaard oorgee.
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15
|Miquéias 6:15|
Jy sal saai, maar nie maai nie; jy sal olywe uittrap, maar jou nie met olie salf nie, en mos maak, maar geen wyn drink nie.
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|Miquéias 6:16|
Want die insettinge van Omri word onderhou en al die werke van die huis van Agab; en julle wandel ooreenkomstig hulle planne, sodat Ek jou tot 'n woesteny sou maak en die inwoners daarvan 'n bespotting: en die smaad van my volk sal julle dra.
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|Miquéias 7:1|
Wee my, want ek het geword soos ná die insameling van somervrugte, soos die natrossies van die wynoes: geen tros om te eet nie, my siel begeer vroeë vye.
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|Miquéias 7:2|
Die vrome het verdwyn uit die land, en daar is geen opregte meer onder die mense nie; hulle loer almal op bloed; hulle jaag elkeen sy broer met die net.
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3
|Miquéias 7:3|
Na die kwaad gaan die hande uit, om dit dapper te doen. Die vors eis, en die regter vra betaling, en die groot man spreek die begeerte van sy siel uit, en hulle verdraai dit alles.
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|Miquéias 7:4|
Die beste van hulle is soos 'n doringstruik, die mees opregte erger as 'n doringheining. Die dag van jou wagte, jou besoeking, kom; nou sal hulle verwarring daar wees.
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5
|Miquéias 7:5|
Vertrou geen metgesel nie, maak op geen vriend staat nie, let op die poorte van jou mond teenoor haar wat in jou skoot lê.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva