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American Standard Version (1901)
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|Cantares 2:4|
He brought me to the banqueting-house, And his banner over me was love.
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5
|Cantares 2:5|
Stay ye me with raisins, refresh me with apples; For I am sick from love.
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6
|Cantares 2:6|
His left hand [is] under my head, And his right hand doth embrace me.
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7
|Cantares 2:7|
I adjure you, O daughters of Jerusalem, By the roes, or by the hinds of the field, That ye stir not up, nor awake [my] love, Until he please.
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8
|Cantares 2:8|
The voice of my beloved! behold, he cometh, Leaping upon the mountains, Skipping upon the hills.
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9
|Cantares 2:9|
My beloved is like a roe or a young hart: Behold, he standeth behind our wall; He looketh in at the windows; He glanceth through the lattice.
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10
|Cantares 2:10|
My beloved spake, and said unto me, Rise up, my love, my fair one, and come away.
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11
|Cantares 2:11|
For, lo, the winter is past; The rain is over and gone;
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12
|Cantares 2:12|
The flowers appear on the earth; The time of the singing [of birds] is come, And the voice of the turtle-dove is heard in our land;
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13
|Cantares 2:13|
The fig-tree ripeneth her green figs, And the vines are in blossom; They give forth their fragrance. Arise, my love, my fair one, and come away.
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Sugestões
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30 de agosto LAB 608
VELHO SISTEMA
Ezequiel 08-10
O texto bíblico proposto para hoje me fez pensar no perigo que ainda cerca, da idolatria. Talvez você não o perceba apenas porque ele tenha trocado de roupas, mas ele está aí. Isso me fez lembrar de um ótimo artigo – “Novos Ídolos, Velho Sistema” – do Felipe Lemos, que li há um tempo atrás, e que quero compartilhar aqui com você, de forma resumida.
Na opinião desse jornalista, a sociedade que busca referências de todos os tipos, nem que seja para justificar seu modo de ser, não consegue viver sem que alguns indivíduos funcionem como parâmetros para seus comportamentos. Nem que esses parâmetros não sejam os melhores no que diz respeito à qualidade de vida, fortalecimento dos laços familiares ou espiritualidade.
E esse blogueiro então nos faz lembrar da morte de Michael Jackson, que levou alguns a uma rápida reflexão sobre a brevidade da vida. Mas depois de pouco tempo essas mesmas pessoas não se lembrarão mais dos fatos que circundaram a morte de Jackson. Nem se preocuparão mais com a necessidade de repensar seus valores e princípios pessoais. E muitos irão atrás de novos ídolos, novas pessoas nas quais irão fundamentar seus sonhos, desejos, aspirações, enfim, novos ícones para os quais devotarão boa parte de seu tempo, recursos e capacidade intelectual. O velho sistema retornará na vida de tantos que poderiam ter uma nova perspectiva. Como eu lhe disse, o que muda é apenas a roupagem.
Concordamos que na Bíblia há um complemento à lamentação de Ezequiel pela idolatria: não ameis o mundo, nem o que há no mundo; o mundo passa, junto com a sua libertinagem, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. Quem escreveu este suplemento foi João, o apóstolo, apresentando-nos a grande contradição. Pois a sociedade parece entender que a morte de “ídolos” afeta apenas um pouco, mas que as repercussões vão passar e todos poderão continuar vivendo despretensiosamente da mesma forma sem se preocupar com o amanhã, com valores, com regras, com normas, com princípios, porque vão surgir outros nomes para ocupar espaço em seu lugar e o velho sistema de amor aos ícones continuará. Por outro lado, a Bíblia ensina que todas essas coisas vão passar. Como passou em relação a Michael Jackson. Os que permanecem são aqueles que fazem a vontade de Deus.
Apegar-se ao Senhor é uma real garantia. Não é algo passageiro, transitório, efêmero. Claro que a morte chegará a muitos que lêem esse texto, mas a maneira como estiver nosso amor é que vai fazer a diferença. A quem amamos? O mundo ou Deus? Uma indagação com dupla possibilidade de resposta.
Fonte: www.felipelemos.blogspot.com – adaptado.
Valdeci Júnior
Fátima Silva