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American Standard Version (1901) -
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|Cantares 6:4|
Thou art fair, O my love, as Tirzah, Comely as Jerusalem, Terrible as an army with banners.
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5
|Cantares 6:5|
Turn away thine eyes from me, For they have overcome me. Thy hair is as a flock of goats, That lie along the side of Gilead.
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6
|Cantares 6:6|
Thy teeth are like a flock of ewes, Which are come up from the washing; Whereof every one hath twins, And none is bereaved among them.
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7
|Cantares 6:7|
Thy temples are like a piece of a pomegranate Behind thy veil.
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8
|Cantares 6:8|
There are threescore queens, and fourscore concubines, And virgins without number.
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9
|Cantares 6:9|
My dove, my undefiled, is [but] one; She is the only one of her mother; She is the choice one of her that bare her. The daughters saw her, and called her blessed; [Yea], the queens and the concubines, and they praised her.
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10
|Cantares 6:10|
Who is she that looketh forth as the morning, Fair as the moon, Clear as the sun, Terrible as an army with banners?
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11
|Cantares 6:11|
I went down into the garden of nuts, To see the green plants of the valley, To see whether the vine budded, [And] the pomegranates were in flower.
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12
|Cantares 6:12|
Before I was aware, my soul set me [Among] the chariots of my princely people.
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13
|Cantares 6:13|
Return, return, O Shulammite; Return, return, that we may look upon thee. Why will ye look upon the Shulammite, As upon the dance of Mahanaim?
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva