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Česká Bible BKR -
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1
|Ester 4:1|
: Mardocheus pak zvěděv všecko to, což se bylo stalo, roztrhl roucho své, a vzal na sebe žíni a popel, a jda po městě, křičel křikem velikým a žalostným.
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2
|Ester 4:2|
A přišel až před bránu královskou; nebo žádný neměl vcházeti do brány královské v oděvu žíněném.
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3
|Ester 4:3|
V každé také krajině i místě, kamžkoli slovo královské a výpověd jeho došla, kvílení veliké bylo od Židů, a půst, pláč i úpění, a žíni s popelem podestřeli sobě mnozí.
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4
|Ester 4:4|
Pročež přišedše děvečky Estery a komorníci její, oznámili jí to. I zarmoutila se královna velmi, a poslala šaty, aby oblékli Mardochea, a aby vzali žíni jeho od něho. Ale on jich nepřijal.
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5
|Ester 4:5|
Tedy zavolavši Ester Hatacha, jednoho z komorníků královských, kteréhož jí byl dal za služebníka, poručila mu o Mardocheovi, aby přezvěděl, co a proč by to bylo.
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6
|Ester 4:6|
Takž vyšel Hatach k Mardocheovi na ulici města, kteráž jest před branou královskou.
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7
|Ester 4:7|
I oznámil jemu Mardocheus všecko, co se mu přihodilo, i o té summě peněz, kterouž připověděl Aman dáti do komory královské proti Židům, k vyhlazení jich.
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8
|Ester 4:8|
K tomu i přípis psané výpovědi, kteráž vyhlášena byla v Susan, aby zhubeni byli, dal jemu, aby ukázal Ester a oznámil jí, a aby jí rozkázal jíti k králi, a milosti hledati u něho, a prositi před tváří jeho za lid svůj.
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9
|Ester 4:9|
Tedy přišel Hatach, a oznámil Ester slova Mardocheova.
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10
|Ester 4:10|
I řekla Ester Hatachovi, a poručila mu oznámiti Mardocheovi:
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva