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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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10
|Daniel 2:10|
Kaldeerne svarte kongen: Det er ikke et menneske på jorden som kan kunngjøre kongen det han vil vite; for ingen konge, hvor stor og mektig han var, har nogensinne krevd noget sådant av nogen tegnsutlegger eller åndemaner eller kaldeer.
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11
|Daniel 2:11|
For det som kongen krever, er altfor vanskelig, og det er ingen annen som kan kunngjøre kongen hvad han vil vite, enn gudene, som ikke har sin bolig blandt menneskene.
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|Daniel 2:12|
Over dette blev kongen harm og meget vred, og han bød at alle Babels vismenn skulde drepes.
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|Daniel 2:13|
Da denne befaling var utstedt, og de skulde til å drepe vismennene, lette de også efter Daniel og hans medbrødre for å drepe dem.
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14
|Daniel 2:14|
Da sa Daniel et klokt og forstandig ord til Arjok, høvdingen for kongens livvakt, som hadde draget ut for å drepe Babels vismenn.
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|Daniel 2:15|
Han tok til orde og spurte Arjok, kongens høvedsmann: Hvorfor har kongen utstedt denne strenge befaling? Da fortalte Arjok Daniel hvorledes det hadde sig.
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|Daniel 2:16|
Så gikk Daniel inn og bad kongen at han vilde gi ham en frist, så han kunde kunngjøre kongen uttydningen.
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|Daniel 2:17|
Derefter gikk Daniel hjem og fortalte Hananja, Misael og Asarja, sine medbrødre, det som hadde hendt,
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|Daniel 2:18|
forat de skulde bede himmelens Gud at han i sin barmhjertighet vilde åpenbare denne hemmelighet, så at ikke Daniel og hans medbrødre skulde bli drept sammen med Babels andre vismenn.
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19
|Daniel 2:19|
Da blev hemmeligheten åpenbaret Daniel i et syn om natten; og Daniel priste himmelens Gud.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva