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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Esdras 1:1|
Det var i perserkongen Kyros' første år; da vakte Herren, forat hans ord gjennem Jeremias' munn skulde opfylles, slike tanker i perserkongen Kyros' ånd at han lot utrope i hele sitt rike og dessuten kunngjøre ved en skrivelse:
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2
|Esdras 1:2|
Så sier Kyros, kongen i Persia: Herren, himmelens Gud, har gitt mig alle jordens riker, og han har pålagt mig å bygge ham et hus i Jerusalem i Juda.
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3
|Esdras 1:3|
Er det nogen blandt eder av alt hans folk, så være hans Gud med ham, og han kan dra op til Jerusalem i Juda og bygge Herrens, Israels Guds hus! Han er den Gud som bor i Jerusalem.
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4
|Esdras 1:4|
Og alle som ennu er i live, skal folkene på hvert sted hvor de opholder sig som fremmede, understøtte med sølv og gull, med gods og buskap, foruten de frivillige gaver til Guds hus i Jerusalem.
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5
|Esdras 1:5|
Da gjorde Judas og Benjamins familiehoder og prestene og levittene - alle i hvis ånd Gud vakte slike tanker, sig rede til å dra op for å bygge Herrens hus i Jerusalem.
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6
|Esdras 1:6|
Og alle som bodde rundt omkring dem, understøttet dem med sølvkar og gull og gods og buskap og kostbare ting, foruten alt det de gav frivillig.
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7
|Esdras 1:7|
Og kong Kyros lot hente frem de kar som hadde tilhørt Herrens hus, men som Nebukadnesar hadde ført bort fra Jerusalem og satt inn i sin guds hus.
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8
|Esdras 1:8|
Dem lot nu kongen i Persia Kyros hente frem under tilsyn av skattmesteren Mitredat, og han overgav dem efter tall til Sesbassar*, Judas fyrste. / {* den samme som Serubabel, ESR 3, 8; 5, 2. 16.}
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9
|Esdras 1:9|
Tallet på dem var: tretti gullfat, tusen sølvfat, ni og tyve offerkniver,
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10
|Esdras 1:10|
tretti gullbeger, fire hundre og ti sølvbeger av næst beste slag og tusen andre kar.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva