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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Esdras 2:60|
Delajas barn, Tobias' barn, Nekodas barn, seks hundre og to og femti,
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|Esdras 2:61|
og av prestenes barn: Habajas barn, Hakkos' barn, Barsillais barn, han som hadde tatt en av gileaditten Barsillais døtre til hustru og var blitt opkalt efter dem.
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|Esdras 2:62|
Disse lette efter sine ættelister, men de fantes ingensteds opskrevet; de blev da utelukket fra prestedømmet som uverdige dertil,
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|Esdras 2:63|
og stattholderen* sa til dem at de ikke skulde ete av det høihellige, før det fremstod en prest med urim og tummim**. / {* Serubabel.} / {** 2MO 28, 30.}
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|Esdras 2:64|
Hele menigheten var i alt to og firti tusen tre hundre og seksti
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|Esdras 2:65|
foruten deres tjenere og tjenestepiker, som var syv tusen tre hundre og syv og tretti. De hadde også med sig to hundre sangere og sangerinner.
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|Esdras 2:66|
De hadde syv hundre og seks og tretti hester, to hundre og fem og firti mulesler,
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|Esdras 2:67|
fire hundre og fem og tretti kameler og seks tusen syv hundre og tyve asener.
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|Esdras 2:68|
Nogen av familiehodene gav, da de kom til Herrens hus i Jerusalem, frivillige gaver til Guds hus, så det kunde gjenreises på sitt gamle sted;
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|Esdras 2:69|
efter sin evne gav de til arbeidskassen: en og seksti tusen dariker* i gull og fem tusen miner i sølv; dessuten hundre prestekjortler. / {* en persisk mynt.}
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva