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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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10
|Esdras 3:10|
Og da bygningsmennene la grunnvollen til Herrens tempel, blev prestene stilt op i embedsskrud med trompeter, og de levitter som var Asafs efterkommere, med cymbler, for å prise Herren, således som Israels konge David hadde foreskrevet.
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11
|Esdras 3:11|
Og de sang Herrens lov og pris, fordi han er god, og hans miskunnhet mot Israel varer evindelig; og alt folket brøt ut i et stort fryderop og priste Herren fordi grunnvollen var lagt til Herrens hus.
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12
|Esdras 3:12|
Men mange av prestene og levittene og familiehodene - de gamle som hadde sett det første hus, gråt høit da de så dette hus bli grunnlagt, mens mange jublet høit av glede.
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13
|Esdras 3:13|
Folket kunde ikke skjelne lyden av gledesjubelen fra lyden av folkets gråt; for folket jublet så høit at det hørtes lang vei.
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1
|Esdras 4:1|
Da nu Judas og Benjamins motstandere hørte at de bortførte bygget et tempel for Herren, Israels Gud,
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2
|Esdras 4:2|
kom de til Serubabel og til familiehodene og sa til dem: La oss få være med eder og bygge; for vi søker eders Gud likesom I selv, og til ham har vi ofret helt fra assyrerkongen Asarhaddons dager, han som førte oss hit!
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3
|Esdras 4:3|
Da svarte Serubabel og Josva og de andre familiehoder i Israel: Det lar sig ikke gjøre at I er sammen med oss om å bygge et hus for vår Gud; vi vil være alene om å bygge hus for Herren, Israels Gud, således som kong Kyros, kongen i Persia, har befalt oss.
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4
|Esdras 4:4|
Men de andre folk som bodde der i landet, gjorde Judas folk motløst og skremte dem fra å bygge.
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5
|Esdras 4:5|
De leide nogen folk til å gi råd som var til skade for dem, og fikk således gjort deres forehavende til intet så lenge perserkongen Kyros levde, og siden helt til perserkongen Darius tiltrådte regjeringen.
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6
|Esdras 4:6|
Under Ahasverus' regjering, i den første tid av hans kongedømme, skrev de en klage mot dem som bodde i Juda og Jerusalem.
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva