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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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7
|Esdras 4:7|
Og i Artaxerxes' dager skrev Bislam, Mitredat, Tabe'el og hans andre embedsbrødre et brev til Artaxerxes, kongen i Persia; det var skrevet med syrisk skrift og oversatt til syrisk.
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8
|Esdras 4:8|
Rådsherren Rehum og statsskriveren Simsai skrev et brev mot Jerusalem til kong Artaxerxes; brevet hadde følgende innhold -
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|Esdras 4:9|
de som skrev dengang var: rådsherren Rehum og statsskriveren Simsai og deres andre embedsbrødre, de fra Dina og Afarsatka, Tarpela, Persia, Erek, Babel, Susan, Deha og Elam
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10
|Esdras 4:10|
og de andre folk som den store og navnkundige Osnappar førte bort og lot bo i byen Samaria og ellers i landet hinsides* elven, og så videre. / {* vestenfor.}
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11
|Esdras 4:11|
Dette er en avskrift av det brev som de sendte til ham - til kong Artaxerxes: Dine tjenere mennene hinsides elven, og så videre.
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|Esdras 4:12|
Det være kongen vitterlig at jødene som drog bort fra det sted hvor du bor, er kommet hit til oss, til Jerusalem, og nu holder på å bygge op igjen den oprørske og onde by og fullføre murene og utbedre grunnvollene.
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13
|Esdras 4:13|
Men nu være det kongen vitterlig at dersom denne by blir bygget op igjen og murene fullført, så vil de hverken gi skatt eller toll eller veipenger, og det vil til sist bli til skade for kongene.
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14
|Esdras 4:14|
Efterdi vi nu eter palassets salt, og det ikke sømmer sig for oss å se med ro på at det voldes kongen skade, så sender vi nu bud og lar kongen få dette å vite,
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|Esdras 4:15|
forat du kan la granske i dine fedres krønike; da vil du i krøniken finne og se at denne by har vært en oprørsk by, som har voldt skade for konger og land, og at de har gjort oprør der fra gammel tid; derfor er også denne by blitt ødelagt.
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|Esdras 4:16|
Så lar vi nu kongen vite at dersom denne by blir bygget op igjen og murene fullført, så vil følgen derav bli at du ikke mere vil ha nogen del igjen av landet hinsides* elven. / {* ESR 4, 10.}
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva