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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Hebreus 7:1|
For denne Melkisedek, konge i Salem, den høieste Guds prest, han som gikk Abraham i møte da han vendte tilbake fra sin seier over kongene, og som velsignet ham,
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|Hebreus 7:2|
han som Abraham også gav tiende av alt, og som først, når hans navn utlegges, er rettferdighets konge, men dernæst også Salems konge, det er freds konge,
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3
|Hebreus 7:3|
som er uten far, uten mor, uten ættetavle, som hverken har dagers begynnelse eller livs ende, men er gjort lik med Guds Sønn - han blir prest for alltid.
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4
|Hebreus 7:4|
Og se, hvor stor han er, denne som Abraham, patriarken, endog gav tiende av byttet!
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5
|Hebreus 7:5|
Og mens de av Levis barn som får prestedømmet, har et bud om å ta tiende efter loven av folket, det er av sine brødre, skjønt disse er kommet av Abrahams lend,
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|Hebreus 7:6|
så har denne, som ikke regner sin ætt fra dem, tatt tiende av Abraham og velsignet ham som hadde løftene.
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7
|Hebreus 7:7|
Men uten all motsigelse er det den ringere som velsignes av den høiere.
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|Hebreus 7:8|
Og her er det dødelige mennesker som tar tiende, men der en som har det vidnesbyrd at han lever.
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|Hebreus 7:9|
Og om jeg så må si: Ved Abraham er endog Levi, som tar tiende, blitt lagt i tiende;
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|Hebreus 7:10|
for han var ennu i sin fars lend dengang da Melkisedek møtte ham.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva