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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Hebreus 8:1|
Men en hovedsak ved det som her sies, er dette: Vi har en sådan yppersteprest som satte sig ved høire side av Majestetens trone i himlene,
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|Hebreus 8:2|
med prestelig tjeneste i helligdommen, det sanne tabernakel, som Herren har reist, og ikke et menneske.
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3
|Hebreus 8:3|
For hver yppersteprest innsettes jo til å frembære både gaver og slaktoffer, hvorfor det er nødvendig at også denne har noget å frembære.
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4
|Hebreus 8:4|
Var han nu altså på jorden, da var han ikke engang prest, da der er prester som efter loven bærer frem gavene,
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|Hebreus 8:5|
de som tjener ved et avbillede og en skygge av det himmelske, efter den forskrift som Moses fikk da han skulde gjøre tabernaklet; for han sier; Se til at du gjør alt efter det billede som blev vist dig på fjellet.
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6
|Hebreus 8:6|
Men nu har han fått en så meget bedre prestetjeneste som det og er en bedre pakt han er mellemmann for, da den er grunnlagt på bedre løfter.
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7
|Hebreus 8:7|
For hadde hin første vært ulastelig, da var det ikke søkt rum for en annen;
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|Hebreus 8:8|
det er jo lastende ord han taler til dem når han sier: Se, de dager kommer, sier Herren, da jeg vil oprette en ny pakt med Israels hus og med Judas hus,
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|Hebreus 8:9|
ikke efter den pakt som jeg gjorde med deres fedre på den dag da jeg tok dem ved hånden for å føre dem ut av Egyptens land; for de blev ikke i min pakt, og jeg brydde mig ikke om dem, sier Herren.
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10
|Hebreus 8:10|
For dette er den pakt som jeg vil oprette med Israels hus efter hine dager, sier Herren: Jeg vil gi mine lover i deres sinn, og jeg vil skrive dem i deres hjerte, og jeg vil være deres Gud, og de skal være mitt folk,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva