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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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11
|Neemias 2:11|
Da jeg så kom til Jerusalem og hadde vært der i tre dager,
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|Neemias 2:12|
brøt jeg op om natten med nogen få menn; men jeg hadde ikke nevnt for noget menneske hvad min Gud hadde gitt mig i sinne å gjøre for Jerusalem; og jeg hadde ikke andre dyr med mig enn det jeg red på.
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13
|Neemias 2:13|
Jeg drog om natten ut gjennem Dalporten og bortimot Dragekilden og kom til Møkkporten. Jeg så på Jerusalems murer som var nedrevet, og på portene som var fortært av ild.
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|Neemias 2:14|
Så tok jeg over til Kildeporten og til Kongedammen; men der var det ikke rum for dyret som jeg red på, til å komme frem.
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|Neemias 2:15|
Så drog jeg op i dalen om natten og så på muren og gikk atter inn gjennem Dalporten og vendte så tilbake igjen.
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16
|Neemias 2:16|
Forstanderne visste ikke hvor jeg hadde vært, og hvad jeg tok mig fore; for jeg hadde ennu ikke nevnt noget om det for jødene eller prestene eller de fornemme eller forstanderne eller de andre, som skulde utføre arbeidet.
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17
|Neemias 2:17|
Men nu sa jeg til dem: I ser selv den ulykke vi er i, at Jerusalem ligger øde og dets porter er opbrent; kom og la oss bygge op igjen Jerusalems mur, så vi ikke mere skal være til spott!
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18
|Neemias 2:18|
Og jeg fortalte dem hvorledes min Gud hadde holdt sin gode hånd over mig, og likeså hvad kongen hadde sagt til mig. Da sa de: Vi vil gjøre oss rede og bygge. Og de tok kraftig fatt på det gode verk.
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19
|Neemias 2:19|
Men da horonitten Sanballat og den ammonittiske tjener Tobias og araberen Gesem hørte det, spottet de oss og foraktet oss og sa: Hvad er det I gjør der? Vil I sette eder op imot kongen?
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20
|Neemias 2:20|
Da svarte jeg dem så: Himmelens Gud, han vil la det lykkes for oss, og vi hans tjenere vil gjøre oss rede og bygge; men I har hverken del eller rett eller eftermæle i Jerusalem.
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Sugestões

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10 de janeiro LAB 376
EGOLATRIA
Gênesis 31-33
Você está fugindo de alguma coisa? Quero convidá-lo a fugir. Vamos fugir? O quê? Precisamos fugir da idolatria. Talvez você imagine que não precisa fugir da idolatria, por não ter nenhum santuário cheio de imagens em casa. Mas cada um de nós corre o risco de idolatrar alguma coisa até mesmo secular. Na leitura de hoje, tem a história de pessoas que estavam muito apegadas a itens não-religiosos.
Muitos, ao ler Gênesis 31, encabulam-se em pensar numa possível conivência da parte de Deus, permitindo que seus patriarcas fossem religiosos idolátricos. E a pergunta é: “As estatuetas que Raquel roubou denotam que Jacó era idólatra?”
As estatuetas que as pessoas da família de Abraão usavam e que aparecesse na nossa Bíblia traduzidas como ídolos ou deuses, na realidade, não eram adoradas por eles.
No original hebraico, a palavra é “terafim”. Eram bonequinhos de barro usados como documentação de propriedades. Quem os possuía era dono dos bens materiais a que se referiam, como se fosse a escritura de uma fazenda.
Muitos anos depois, as pessoas passaram a adorar essas estatuetas. Daí sim, elas passaram a ocupar o contexto de idolatria. Por isso, vem a confusão ao se interpretar o texto hebraico do Antigo Testamento em saber se o terafim era um objeto de documentação ou de adoração.
No caso da família de Abraão, se você analisar bem o contexto, verá que a importância que as estátuas tinham para eles era de documentação e não de adoração porque:
a) Na fuga de Jacó e Raquel, com a perseguição de Labão, a motivação de seus confrontos era a preocupação com os bens materiais, a herança, o salário, etc.;
b) Eles não aparecem orando ou preocupados com a veneração a esses objetos;
c) Nessa história, eles sempre adoram ao Senhor;
d) Raquel chega a sentar-se em cima das estatuetas - ela jamais faria isso com o que considerasse santo.
A única idolatria que poderia estar se passando por ali era a de colocar os bens materiais na frente de Deus, nas prioridades do coração. Essa é a mesma idolatria na qual corremos o risco de cair hoje, pois onde está o nosso tesouro, também está o nosso coração (Mateus 6:21). Mas, nesse caso, o problema não está com o objeto idolatrado e sim com a disposição mental da pessoa relacionada ao objeto. O maior inimigo do homem é ele próprio. Nossa tendência é amar tanto o nosso ego, ao ponto extremo de colocá-lo acima de Deus. A egolatria também é pecado, porque nos aliena do Pai que está no Céu.
Lembre-se sempre de dar toda a honra, glória e louvor somente a Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva