-
-
Det Norsk Bibelselskap (1930) -
-
1
|Neemias 6:1|
Da det nu kom Sanballat og Tobias og araberen Gesem og våre andre fiender for øre at jeg hadde bygget op muren, og at det ikke mere fantes nogen revne i den, enda jeg til den tid ikke hadde satt inn dører i portene,
-
2
|Neemias 6:2|
da sendte Sanballat og Gesem bud til mig og lot si: Kom, la oss møtes i en av landsbyene i Ono-dalen! Men de tenkte å gjøre mig ondt.
-
3
|Neemias 6:3|
Jeg sendte bud tilbake til dem og svarte: Jeg holder på med et stort arbeid og kan ikke komme ned; skulde kanskje arbeidet hvile fordi jeg lot det ligge og drog ned til eder?
-
4
|Neemias 6:4|
Fire ganger sendte de det samme bud til mig, og jeg gav dem samme svar.
-
5
|Neemias 6:5|
Femte gang sendte Sanballat sin tjener til mig med det samme bud, og han hadde et åpent brev med sig.
-
6
|Neemias 6:6|
I det stod det: Der går det ord blandt folkene, og Gasmu sier også at du og jødene tenker på å gjøre oprør; derfor er det du bygger op muren, og efter det samme rykte skal du være deres konge;
-
7
|Neemias 6:7|
du har også satt profeter til å utrope om dig i Jerusalem at du er konge i Juda. Nu vil dette rykte komme kongen for øre; så kom nu og la oss rådslå sammen!
-
8
|Neemias 6:8|
Men jeg sendte bud til ham og lot svare: Noget sådant som det du taler om, har ikke gått for sig; det er noget du selv har funnet på.
-
9
|Neemias 6:9|
For de søkte alle sammen å skremme oss, idet de tenkte at vi da skulde bli trette og holde op med arbeidet, så det ikke blev utført. Men styrk nu du mine hender!
-
10
|Neemias 6:10|
Da jeg engang kom inn til Semaja, sønn av Delaja, Mehetabels sønn, i hans hus, hvor han holdt sig innelukket, sa han: La oss gå sammen inn i Guds hus, i det indre av templet og la oss stenge templets dører! For de kommer og vil drepe dig, ja, de kommer og vil drepe dig inatt.
-
-
Sugestões

Clique para ler Salmos 100-105
02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva