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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Neemias 4:1|
Da nu Sanballat hørte at vi bygget på muren, optendtes hans vrede; han blev yderlig forbitret og spottet jødene
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2
|Neemias 4:2|
og sa i nærvær av sine brødre og krigsfolket i Samaria: Hvad er det disse visne jøder gjør? Skal de ha lov til slikt? Skal de få ofre? Skal tro de vil få fullført verket idag? Skal tro de vil blåse liv i stenene fra grushaugene enda de alt er forbrent?
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3
|Neemias 4:3|
Og ammonitten Tobias, som stod ved siden av ham, sa: La dem bygge så meget de vil - bare en rev hopper op på deres stenmur, så river den den ned.
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4
|Neemias 4:4|
Hør, vår Gud, hvorledes vi er blitt foraktet! La deres spott falle tilbake på deres eget hode, og la dem bli til rov i fangenskaps land!
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5
|Neemias 4:5|
Dekk ikke over deres misgjerning, og la ikke deres synd bli utslettet for ditt åsyn! For de har krenket dig for bygningsmennenes ører.
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6
|Neemias 4:6|
Så bygget vi da på muren, og hele muren blev satt i stand til sin halve høide, og folket hadde godt mot på arbeidet.
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7
|Neemias 4:7|
Men da Sanballat og Tobias og araberne og ammonittene og asdodittene hørte at vi holdt på med å utbedre Jerusalems murer, og at revnene tok til å fylles, blev de meget vrede.
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8
|Neemias 4:8|
Og de sammensvor sig alle om å komme og stride mot Jerusalem og hindre folket i dets arbeid.
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9
|Neemias 4:9|
Men vi bad til vår Gud, og vi stilte ut vaktposter mot dem dag og natt av frykt for dem.
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10
|Neemias 4:10|
Da sa jødene: Bærernes kraft svikter, og grushaugene er for store; vi makter ikke lenger å bygge på muren.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva