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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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|Neemias 7:1|
Da nu muren var bygget, satte jeg inn dørene, og dørvokterne og sangerne og levittene blev satt til sin gjerning.
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2
|Neemias 7:2|
Og jeg satte min bror Hanani til befalingsmann over Jerusalem og sammen med ham Hananja, borgens høvedsmann; for han var en pålitelig mann og gudfryktig fremfor de fleste.
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3
|Neemias 7:3|
Og jeg sa til dem: Jerusalems porter skal ikke åpnes før solen brenner hett, og mens de* ennu står der, skal dørene lukkes og tillåses, og det skal settes ut vakter av Jerusalems innbyggere, hver på sin post og hver utenfor sitt hus. / {* dørvokterne.}
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4
|Neemias 7:4|
Byen var vid og stor, men folket i den var fåtallig, og ingen nye hus var bygget.
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5
|Neemias 7:5|
Da gav min Gud mig i sinne å samle de fornemste og forstanderne og folket for å innføres i ættelister, og jeg fant boken med ættelistene over dem som først hadde draget hjem, og der fant jeg skrevet:
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6
|Neemias 7:6|
Dette er de menn fra landskapet Juda som drog hjem fra fangenskapet i det fremmede land - de som kongen i Babel Nebukadnesar hadde bortført, og som nu er vendt tilbake til Jerusalem og Juda, hver til sin by,
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7
|Neemias 7:7|
de som fulgte med Serubabel, Josva, Nehemias, Asarja, Ra'amja, Nahamani, Mordekai, Bilsan, Misperet, Bigvai, Nehum, Ba'ana. Dette er tallet på mennene av Israels folk:
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|Neemias 7:8|
Paros' barn, to tusen ett hundre og to og sytti;
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|Neemias 7:9|
Sefatjas barn, tre hundre og to og sytti;
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10
|Neemias 7:10|
Arahs barn, seks hundre og to og femti;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva