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Det Norsk Bibelselskap (1930) -
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1
|Neemias 7:1|
Da nu muren var bygget, satte jeg inn dørene, og dørvokterne og sangerne og levittene blev satt til sin gjerning.
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2
|Neemias 7:2|
Og jeg satte min bror Hanani til befalingsmann over Jerusalem og sammen med ham Hananja, borgens høvedsmann; for han var en pålitelig mann og gudfryktig fremfor de fleste.
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3
|Neemias 7:3|
Og jeg sa til dem: Jerusalems porter skal ikke åpnes før solen brenner hett, og mens de* ennu står der, skal dørene lukkes og tillåses, og det skal settes ut vakter av Jerusalems innbyggere, hver på sin post og hver utenfor sitt hus. / {* dørvokterne.}
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4
|Neemias 7:4|
Byen var vid og stor, men folket i den var fåtallig, og ingen nye hus var bygget.
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5
|Neemias 7:5|
Da gav min Gud mig i sinne å samle de fornemste og forstanderne og folket for å innføres i ættelister, og jeg fant boken med ættelistene over dem som først hadde draget hjem, og der fant jeg skrevet:
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6
|Neemias 7:6|
Dette er de menn fra landskapet Juda som drog hjem fra fangenskapet i det fremmede land - de som kongen i Babel Nebukadnesar hadde bortført, og som nu er vendt tilbake til Jerusalem og Juda, hver til sin by,
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7
|Neemias 7:7|
de som fulgte med Serubabel, Josva, Nehemias, Asarja, Ra'amja, Nahamani, Mordekai, Bilsan, Misperet, Bigvai, Nehum, Ba'ana. Dette er tallet på mennene av Israels folk:
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8
|Neemias 7:8|
Paros' barn, to tusen ett hundre og to og sytti;
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9
|Neemias 7:9|
Sefatjas barn, tre hundre og to og sytti;
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10
|Neemias 7:10|
Arahs barn, seks hundre og to og femti;
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva