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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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11
|Ezequiel 18:11|
and that doeth not any of those [duties], but also hath eaten upon the mountains, and defiled his neighbour's wife,
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12
|Ezequiel 18:12|
hath oppressed the poor and needy, exercised robbery, hath not restored the pledge, and hath lifted up his eyes to the idols, committed abomination,
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13
|Ezequiel 18:13|
given forth upon usury, and taken increase; shall he then live? He shall not live: he hath done all these abominations; he shall certainly die; his blood shall be upon him.
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14
|Ezequiel 18:14|
But lo, if he have begotten a son that seeth all his father's sins which he hath done, and considereth, and doeth not such like:
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15
|Ezequiel 18:15|
-- he hath not eaten upon the mountains, nor lifted up his eyes to the idols of the house of Israel; he hath not defiled his neighbour's wife,
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16
|Ezequiel 18:16|
and hath not oppressed any, nor withholden the pledge, neither hath exercised robbery; he hath given his bread to the hungry, and covered the naked with a garment;
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17
|Ezequiel 18:17|
he hath withdrawn his hand from the poor, hath not received usury nor increase, hath executed my judgments, [and] walked in my statutes: he shall not die for the iniquity of his father, he shall certainly live.
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18
|Ezequiel 18:18|
As for his father, because he practised oppression, exercised robbery upon his brother, and did what was not good among his people, behold, he shall die in his iniquity.
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19
|Ezequiel 18:19|
And ye say, Why doth not the son bear the iniquity of the father? But the son hath done judgment and justice, hath kept all my statutes, and hath done them; he shall certainly live.
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20
|Ezequiel 18:20|
The soul that sinneth, it shall die. The son shall not bear the iniquity of the father, neither shall the father bear the iniquity of the son; the righteousness of the righteous shall be upon him, and the wickedness of the wicked shall be upon him.
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Sugestões

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24 de janeiro LAB 390
DESLEGALIZADOS - 1
Êxodo 21-23
Quanta lei encontramos na leitura de hoje! Têm as leis acerca dos escravos hebreus, leis acerca da violência e dos acidentes, leis acerca da proteção de propriedade, leis acerca das responsabilidades sociais, leis acerca do exercício da justiça, leis acerca do sábado e as leis acerca das grandes festas anuais. Na história da humanidade, sempre foi assim. Em qualquer comunidade que você conviver, encontrará regras estabelecidas para ser cumpridas. Isso se choca com uma tendência que temos: a de não gostar de regras. E é daí que vem o questionamento: “O mundo não seria melhor se não houvesse as leis? Onde fica a nossa liberdade?”
Essa é uma pergunta de muitos. Para respondê-la, usarei, nos comentários de hoje e de amanhã, os argumentos apresentados por Rodrigo P. Silva, em seu livro “Abrindo o Jogo”, da Casa Publicadora Brasileira.
O Dr. Silva explica que na palavra “liberdade” reside o grande anseio humano de todos os tempos. Todos queremos ser livres. Tal palavra tornou-se o jargão principal dos novos tempos. O que acontece, porém, é que no vocabulário popular, “liberdade” tornou-se, aos poucos, antônimo de palavras como “lei” e “regulamento”. A idéia defendida é de que quanto menos restrições tivermos, mais livres e felizes seremos, pois onde há regras não há liberdade. Não é à toa que o sexo irresponsável é comumente chamado de “amor livre”.
De modo geral, as pessoas, inconscientemente influenciadas por essa filosofia de “liberdade versus leis” acabam tendo uma atitude sempre pejorativa em face dos deveres diários. Aí entram em cena alguns “liberais”, descrevendo o que para eles seria um verdadeiro paraíso na Terra. Na verdade, as idéias de liberalismo não são mera filosofia própria de alguns adolescentes fantasiosos. Muita gente mais “adulta” já tentou argumentar racionalmente que os fins justificam os meios. Mas como se vê, a falta de regras poderia parecer o paraíso, mas, na verdade, seria um inferno vivo, um caos.
Essa imaginação de um mundo sem leis poderia se chamar “utopia”. Em outras palavras, nenhum lugar funcionaria sem leis. Veja então como é incoerente o conceito de liberdade que muitas pessoas possuem. Na verdade, o que os liberais querem é que as vontades deles próprios sejam cumpridas e que o resto do mundo lhes seja escravo. Não é o fim das leis que estão pregando, mas a ascensão do egocentrismo. Eles querem o mundo girando em torno de si e se iludem pensando que isso é possível e normal.
Veja como aquelas leis eram úteis para os israelitas. Quanto a você e eu, tiremos das leis de Êxodo 21-23, as lições para a realidade das leis que atualmente nos cercam.
Valdeci Júnior
Fátima Silva