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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Ezequiel 3:1|
And he said unto me, Son of man, eat what thou findest; eat this roll, and go, speak unto the house of Israel.
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2
|Ezequiel 3:2|
So I opened my mouth, and he caused me to eat that roll.
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3
|Ezequiel 3:3|
And he said unto me, Son of man, cause thy belly to eat, and fill thy bowels with this roll which I give thee. And I ate, and it was in my mouth as honey for sweetness.
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4
|Ezequiel 3:4|
And he said unto me, Son of man, go, get thee unto the house of Israel, and speak with my words unto them.
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5
|Ezequiel 3:5|
For thou art not sent to a people of strange language, and of difficult speech, [but] to the house of Israel;
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6
|Ezequiel 3:6|
not to many peoples of strange language and of difficult speech, whose words thou canst not understand: had I sent thee to them, would they not hearken unto thee?
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7
|Ezequiel 3:7|
But the house of Israel will not hearken unto thee, for none of them will hearken unto me. For all the house of Israel are hard of forehead and stiff of heart.
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8
|Ezequiel 3:8|
Behold, I have made thy face hard against their faces, and thy forehead hard against their foreheads.
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9
|Ezequiel 3:9|
As an adamant harder than flint have I made thy forehead. Fear them not, neither be dismayed at them, for they are a rebellious house.
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10
|Ezequiel 3:10|
And he said unto me, Son of man, all my words which I shall speak unto thee, receive in thy heart, and hear with thine ears;
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva