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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Ezequiel 18:1|
And the word of Jehovah came unto me, saying,
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2
|Ezequiel 18:2|
What mean ye, ye who use this proverb of the land of Israel, saying, [The] fathers eat sour grapes, and the children's teeth are set on edge?
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3
|Ezequiel 18:3|
[As] I live, saith the Lord Jehovah, ye shall not have any more to use this proverb in Israel.
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4
|Ezequiel 18:4|
Behold, all the souls are mine; as the soul of the father, so also the soul of the son is mine: the soul that sinneth, it shall die.
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5
|Ezequiel 18:5|
And if a man be righteous, and do judgment and justice:
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6
|Ezequiel 18:6|
-- he hath not eaten upon the mountains, nor lifted up his eyes to the idols of the house of Israel, neither hath defiled his neighbour's wife, nor come near to a woman in her separation,
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7
|Ezequiel 18:7|
and hath not oppressed any; he hath restored to the debtor his pledge, hath not exercised robbery, hath given his bread to the hungry, and covered the naked with a garment;
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8
|Ezequiel 18:8|
he hath not given forth upon usury, nor taken increase; he hath withdrawn his hand from unrighteousness, hath executed true judgment between man and man,
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9
|Ezequiel 18:9|
hath walked in my statutes, and kept mine ordinances, to deal faithfully: he is righteous, he shall certainly live, saith the Lord Jehovah.
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10
|Ezequiel 18:10|
And if he have begotten a son that is violent, a shedder of blood, and that doeth only one of any of these [things],
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva