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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Ezequiel 33:1|
And the word of Jehovah came unto me, saying,
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2
|Ezequiel 33:2|
Son of man, speak to the children of thy people, and say unto them, When I bring the sword upon a land, and the people of the land take one man from among them all, and set him for their watchman:
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3
|Ezequiel 33:3|
if he see the sword coming upon the land, and blow the trumpet, and warn the people;
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4
|Ezequiel 33:4|
then whosoever heareth the sound of the trumpet, and taketh not warning, if the sword come and take him away, his blood shall be upon his own head.
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5
|Ezequiel 33:5|
He heard the sound of the trumpet, and took not warning; his blood is upon him: whereas had he taken warning, he would have delivered his soul.
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6
|Ezequiel 33:6|
But if the watchman see the sword coming, and blow not the trumpet, and the people be not warned, if the sword come and take a person from among them, he is taken away in his iniquity; but his blood will I require at the watchman's hand.
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7
|Ezequiel 33:7|
So thou, son of man, I have set thee a watchman unto the house of Israel; and thou shalt hear the word from my mouth, and warn them from me.
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8
|Ezequiel 33:8|
When I say unto the wicked, Wicked [man], thou shalt certainly die; and thou speakest not to warn the wicked from his way, that wicked [man] shall die in his iniquity; but his blood will I require at thy hand.
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9
|Ezequiel 33:9|
But if thou warn the wicked of his way to turn from it, and he do not turn from his way, he shall die in his iniquity; but thou hast delivered thy soul.
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10
|Ezequiel 33:10|
And thou, son of man, say unto the house of Israel, Thus ye speak, saying, Our transgressions and our sins are upon us, and we waste away in them, how then should we live?
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Sugestões

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30 de janeiro LAB 396
TRABALHO ABENÇOADO
Êxodo 37-38
Vamos trazer o pano de fundo de Êxodo 37-38 para uma comparação com algo que acontece, de forma semelhante, em toda a História. Esses bastidores também têm tudo a ver com o mundo atual em que vivemos. E as lições são muitas.
A inteligência é uma dádiva. Deus a concede à humanidade para beneficiar-lhe. E o ser humano usa-a para o seu malefício, provocando sua própria destruição em um processo vicioso de regressão dos valores e dos princípios.
Para solucionar os problemas de sobrevivência e conceder bem-estar às pessoas – que vivem em um mundo degradado – Deus concede-lhes a capacidade de produzir inventos poderosamente bons. Gutenberg inaugurou a imprensa com a frase “Pai nosso que estás nos Céus” e, logo em seguida, editou a Bíblia para a salvação de muitos. Isso evoluiu tanto, que hoje trocamos as informações gráficas virtualmente. Nossos computadores, interligados em rede, nos proporcionam essa bênção. Que benefício para os universitários!
Mas, na proporção que essas bênçãos são dadas aos seres humanos, eles, infelizmente, transformam-nas em degradação moral. Você pode perceber isso, de maneira muito clara, quando passa por uma banca de revistas e vê que a literatura ali existente, quase em sua totalidade, é um borrão para a alma. Ou, quando as estatísticas comprovam que o mercado pornográfico fatura bilhões e bilhões de dólares, especialmente pela mídia digital. É! O mundão em que vivemos é o verdadeiro retrato pintado pela letra de Léo Canhoto na música “O Último Julgamento”. Com isso, o homem sempre inova algo, com aparência e sofisticação superiores ao que já existia, mas com menores soluções para os seus problemas anteriores. Aumenta-se assim, a fraqueza e a autodestruição humanas.
Hoje são inventadas novas tecnologias com a finalidade de ajudar. Ajudarão, por um tempo, até que passarão a atrapalhar, necessitando de novas invenções para remediá-las que, por sua vez, entrarão no mesmo ciclo vicioso. Esse ciclo degenerativo das inovações tecnológicas acontece sob uma análise feita absolutamente no nível da capacidade humana.
Entretanto, o homem pode produzir feitos que não sejam tão “desgraçantes”, mas, pelo contrário, benéficos e duradouros. Como? A arca da aliança, a mesa e os utensílios, o candelabro de ouro e o altar dos holocaustos ainda são lembrados com tanto carinho e têm uma representação no próprio santuário celestial por causa de um diferencial. Foram produzidos com o segredo de Bezalel e seus companheiros de serviço: “Moisés inspecionou a obra e viu que tinham feito tudo conforme o Senhor tinha ordenado. Então, Moisés os abençoou” (Êxodo 39:43).
Entregue seu trabalho a Deus e deixe-O guiá-lo. Certamente, ele não fará parte do ciclo degenerativo das inovações tecnológicas. Vai ser muito abençoado!
Valdeci Júnior
Fátima Silva