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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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1
|Ezequiel 33:1|
And the word of Jehovah came unto me, saying,
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2
|Ezequiel 33:2|
Son of man, speak to the children of thy people, and say unto them, When I bring the sword upon a land, and the people of the land take one man from among them all, and set him for their watchman:
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3
|Ezequiel 33:3|
if he see the sword coming upon the land, and blow the trumpet, and warn the people;
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4
|Ezequiel 33:4|
then whosoever heareth the sound of the trumpet, and taketh not warning, if the sword come and take him away, his blood shall be upon his own head.
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5
|Ezequiel 33:5|
He heard the sound of the trumpet, and took not warning; his blood is upon him: whereas had he taken warning, he would have delivered his soul.
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6
|Ezequiel 33:6|
But if the watchman see the sword coming, and blow not the trumpet, and the people be not warned, if the sword come and take a person from among them, he is taken away in his iniquity; but his blood will I require at the watchman's hand.
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7
|Ezequiel 33:7|
So thou, son of man, I have set thee a watchman unto the house of Israel; and thou shalt hear the word from my mouth, and warn them from me.
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8
|Ezequiel 33:8|
When I say unto the wicked, Wicked [man], thou shalt certainly die; and thou speakest not to warn the wicked from his way, that wicked [man] shall die in his iniquity; but his blood will I require at thy hand.
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9
|Ezequiel 33:9|
But if thou warn the wicked of his way to turn from it, and he do not turn from his way, he shall die in his iniquity; but thou hast delivered thy soul.
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10
|Ezequiel 33:10|
And thou, son of man, say unto the house of Israel, Thus ye speak, saying, Our transgressions and our sins are upon us, and we waste away in them, how then should we live?
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva