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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Darby Version -
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8
|Ezequiel 40:8|
And he measured the porch of the gate within, one reed.
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9
|Ezequiel 40:9|
And he measured the porch of the gate, eight cubits; and the posts thereof, two cubits; and the porch of the gate was inward.
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10
|Ezequiel 40:10|
And the chambers of the gate which was toward the east were three on this side and three on that side: they three were of one measure; and the posts on this side and on that side had one measure.
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11
|Ezequiel 40:11|
And he measured the breadth of the entry of the gate, ten cubits; [and] the length of the gate, thirteen cubits.
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12
|Ezequiel 40:12|
And there was a border before the chambers of one cubit, and a border of one cubit on the other side; and the chambers were six cubits on this side, and six cubits on that side.
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13
|Ezequiel 40:13|
And he measured the gate from the roof of [one] chamber to the roof [of the other], a breadth of five and twenty cubits, entry opposite entry.
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14
|Ezequiel 40:14|
And he made posts, sixty cubits, and by the post was the court of the gate round about.
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15
|Ezequiel 40:15|
And from the front of the gate of the entrance unto the front of the porch of the inner gate were fifty cubits.
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16
|Ezequiel 40:16|
And there were closed windows to the chambers, and to their posts within the gate round about, and likewise to the projections; and the windows round about were inward; and upon [each] post were palm-trees.
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17
|Ezequiel 40:17|
And he brought me into the outer court, and behold, there were cells, and a pavement made for the court round about: thirty cells were upon the pavement.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva