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Darby Version -
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2
|Hebreus 8:2|
minister of the holy places and of the true tabernacle, which the Lord has pitched, [and] not man.
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3
|Hebreus 8:3|
For every high priest is constituted for the offering both of gifts and sacrifices; whence it is needful that this one also should have something which he may offer.
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4
|Hebreus 8:4|
If then indeed he were upon earth, he would not even be a priest, there being those who offer the gifts according to the law,
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5
|Hebreus 8:5|
(who serve the representation and shadow of heavenly things, according as Moses was oracularly told [when] about to make the tabernacle; for See, saith He, that thou make all things according to the pattern which has been shewn to thee in the mountain.)
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6
|Hebreus 8:6|
But now he has got a more excellent ministry, by so much as he is mediator of a better covenant, which is established on the footing of better promises.
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7
|Hebreus 8:7|
For if that first was faultless, place had not been sought for a second.
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8
|Hebreus 8:8|
For finding fault, he says to them, Behold, days come, saith the Lord, and I will consummate a new covenant as regards the house of Israel, and as regards the house of Juda;
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9
|Hebreus 8:9|
not according to the covenant which I made to their fathers in [the] day of my taking their hand to lead them out of the land of Egypt; because *they* did not continue in my covenant, and *I* did not regard them, saith [the] Lord.
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10
|Hebreus 8:10|
Because this [is] the covenant that I will covenant to the house of Israel after those days, saith the Lord: Giving my laws into their mind, I will write them also upon their hearts; and I will be to them for God, and *they* shall be to me for people.
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11
|Hebreus 8:11|
And they shall not teach each his fellow-citizen, and each his brother, saying, Know the Lord; because all shall know me in themselves, from [the] little one [among them] unto [the] great among them.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva