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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Ester 1:1|
I Ahasveros' tid -- den Ahasveros' som regerade från Indien ända till Etiopien, över ett hundra tjugusju hövdingdömen --
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2
|Ester 1:2|
under den tiden, medan konung Ahasveros satt på konungatronen i Susans borg, tilldrog sig följande.
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3
|Ester 1:3|
I sitt tredje regeringsår gjorde han ett gästabud för alla sina furstar och tjänare, varvid Persiens och Mediens härförare och hans förnämsta män och furstarna i hövdingdömena voro samlade inför honom.
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4
|Ester 1:4|
Och han lät dem under många dagar se sin konungsliga härlighet och rikedom och sin storhets glans och prakt -- under ett hundra åttio dagar.
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5
|Ester 1:5|
Och när dessa dagar hade gått till ända, gjorde konungen ett sju dagars gästabud för allt det folk som fanns i Susans borg, både stora och små, i den inhägnade trädgård som hörde till konungapalatset.
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6
|Ester 1:6|
Där hängde tapeter av linne, bomull och mörkblått tyg, uppsatta med vita och purpurröda snören i ringar av silver och på pelare av vit marmor. Soffor av guld och silver stodo på ett golv som var inlagt med grön och vit marmor och med pärlglänsande och svart sten.
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7
|Ester 1:7|
Och dryckerna sattes fram i gyllene kärl, det ena icke likt det andra, och konungsligt vin fanns i myckenhet, såsom det hövdes hos en konung.
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|Ester 1:8|
Och när man drack, gällde den lagen att intet tvång skulle råda; ty konungen hade befallt alla sina hovmästare att de skulle rätta sig efter vars och ens önskan.
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9
|Ester 1:9|
Samtidigt gjorde ock Vasti, drottningen, ett gästabud för kvinnorna i konung Ahasveros' kungliga palats.
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10
|Ester 1:10|
När då på sjunde dagen konungens hjärta var glatt av vinet, befallde han Mehuman, Bisseta, Harebona, Bigeta, Abageta, Setar och Karkas, de sju hovmän som gjorde tjänst hos konung Ahasveros,
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva