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Ett Svenskt Bibeln (1917) -
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1
|Ester 3:1|
En tid härefter upphöjde konung Ahasveros agagiten Haman, Hammedatas son, till hög värdighet och gav honom främsta platsen bland alla de furstar som voro hos honom.
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2
|Ester 3:2|
Och alla konungens tjänare som voro i konungens port böjde knä och föllo ned för Haman, ty så hade konungen bjudit om honom. Men Mordokai böjde icke knä och föll icke ned för honom.
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3
|Ester 3:3|
Då sade konungens tjänare som voro i konungens port till Mordokai: »Varför överträder du konungens bud?»
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4
|Ester 3:4|
Och när de dag efter dag hade sagt så till honom, utan att han lyssnade till dem, berättade de det för Haman, för att se om Mordokais förklaring skulle få gälla: ty han hade berättat för dem att han var en jude.
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5
|Ester 3:5|
När nu Haman såg att Mordokai icke böjde knä eller föll ned för honom, uppfylldes han med vrede.
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6
|Ester 3:6|
Men det syntes honom för ringa att bära hand allenast på Mordokai, sedan man berättat för honom av vilket folk Mordokai var, utan Haman sökte tillfälle att utrota alla judar som funnos i Ahasveros' hela rike, därför att de voro Mordokais landsmän.
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7
|Ester 3:7|
I första månaden, det är månaden Nisan, i Ahasveros' tolfte regeringsår, kastades
pur , det ärlott , inför Haman om var särskild dag och var särskild månad intill tolfte månaden, det är månaden Adar.
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8
|Ester 3:8|
Och Haman sade till konung Ahasveros: »Här finnes ett folk som bor kringspritt och förstrött bland de andra folken i ditt rikes alla hövdingdömen. Deras lagar äro olika alla andra folks, och de göra icke efter konungens lagar; därför är det icke konungen värdigt att låta dem vara.
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9
|Ester 3:9|
Om det så täckes konungen, må fördenskull en skrivelse utfärdas, att man skall förgöra dem. Tio tusen talenter silver skall jag då kunna väga upp åt tjänstemännen till att läggas in i konungens skattkamrar.»
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10
|Ester 3:10|
Då tog konungen ringen av sin hand och gav den åt agagiten Haman, Hammedatas son, judarnas ovän.
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Sugestões

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19 de agosto LAB 597
DECLARAÇÕES DE AMOR
Jeremias 30-32
Certa vez, um rapaz muito tímido apaixonou-se por uma moça. Ele não tinha coragem, de jeito nenhum, de ir até àquela moça, para declarar o seu amor por ela. Topânio era bem entendido nos assuntos da colônia. Conhecia bem os produtos da roça, entendia de animais... Mas lidar com “sentimentos”, para ele, era como ter que domar um “bicho de sete cabeças”. Resumindo, o rapaz não sabia como “chegar na moça”.
Então Topânio foi aconselhar-se com um caboclo mais velho que ele, a quem ele julgava ser uma pessoa de mais larga experiência. Então aquele compadre disse-lhe:
- Olha, Topânio, você vai até a moça, e fala coisas doces pra ela.
Então, todo animado, o conquistador saiu em busca do troféu. Colocou-se em frente à donzela, e, emudecido, não conseguia dizer uma única palavra. Assustada, a senhorita perguntou-lhe:
- Que é?
Então ele respondeu:
- Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
E, enquanto ele falava, a moça saiu em disparada.
O jovem, sem saber o que fizera de errado, mas muito bravo, voltou ao seu conselheiro. Sua reclamação era a de que a dica falhara. Então o companheiro perguntou-lhe:
- Mas o que você disse?
E Topânio respondeu:
- Falei sobre o que você mandou: coisas doces. Mel, açúcar, rapadura, garapa, melado...
O compadre respirou fundo e falou:
- Não, meu amigo, você tem que falar sobre aquilo que existe dentro de você...
- Ah, entendi...
E, de volta ao seu alvo, colocou-se, mais emudecido ainda, perante a jovem. Ela, agora mais assustada, voltou a perguntar:
- Que é?
- E o Topânio respondeu:
- Bofe, Fígado, Coração, Espinhela, Tripa, Guela...
E você já pode imaginar o resto da história.
Se você procurar, na internet, vai encontrar uma série de serviços de declaração de amor disponíveis. Trata-se de fazer pelo apaixonado o que ele deveria fazer mas não consegue: cortejar a conquistanda. Você acha que dá certo: amor por encomenda, enlatado, pré-formatado, pré-cozido ou pré-moldado? É óbvio que não. Uma triste decepção, seria receber, da pessoa amada, uma carta de amor, achar a carta linda e maravilhosa, e depois ficar sabendo que essa pessoa pagou, a um desconhecido, pela criação da carta, sobre a qual ela nem conhece o conteúdo. Não seria uma grande decepção? Sim! Porque o amor tem que ser sincero e genuíno; precisa ser, realmente, oriundo do mais profundo interior do ser, e além disso, ser demonstrado com arte.
Deus faz muitas declarações de amor por você. Ele É amor, e sabe demonstrar isso com divindade: “Com Amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí”.
Quer mais? Na leitura de hoje.
Valdeci Júnior
Fátima Silva