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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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1
|2 Reis 15:1|
En la dudek-sepa jaro de Jerobeam, regxo de Izrael, ekregxis Azarja, filo de Amacja, regxo de Judujo.
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2
|2 Reis 15:2|
Li havis la agxon de dek ses jaroj, kiam li farigxis regxo, kaj kvindek du jarojn li regxis en Jerusalem. La nomo de lia patrino estis Jehxolja, el Jerusalem.
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3
|2 Reis 15:3|
Li agadis bone antaux la Eternulo, tiel same, kiel agadis lia patro Amacja.
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4
|2 Reis 15:4|
Nur la altajxoj ne estis senfunkciigitaj; la popolo cxiam ankoraux oferadis kaj incensadis sur la altajxoj.
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5
|2 Reis 15:5|
La Eternulo frapis la regxon, kaj li farigxis lepra gxis la tago de sia morto, kaj li logxis en izolita domo. Kaj Jotam, filo de la regxo, estis cxefo de la domo kaj regis la popolon de la lando.
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6
|2 Reis 15:6|
La cetera historio de Azarja, kaj cxio, kion li faris, estas priskribitaj en la libro de kroniko de la regxoj de Judujo.
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7
|2 Reis 15:7|
Kaj Azarja ekdormis kun siaj patroj, kaj oni enterigis lin kun liaj patroj en la urbo de David. Kaj anstataux li ekregxis lia filo Jotam.
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8
|2 Reis 15:8|
En la tridek-oka jaro de Azarja, regxo de Judujo, Zehxarja, filo de Jerobeam, farigxis regxo super Izrael en Samario, kaj li regxis ses monatojn.
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9
|2 Reis 15:9|
Li faradis malbonon antaux la okuloj de la Eternulo, kiel faradis liaj patroj; li ne deturnis sin de la pekoj de Jerobeam, filo de Nebat, per kiuj li pekigis Izraelon.
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10
|2 Reis 15:10|
Kontraux li faris konspiron SXalum, filo de Jabesx, kaj frapis lin antaux la popolo kaj mortigis lin kaj ekregxis anstataux li.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva