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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Esperanto -
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1
|2 Reis 6:1|
La profetidoj diris al Elisxa:Jen la loko, kie ni logxas cxe vi, estas tro malvasta por ni;
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2
|2 Reis 6:2|
ni iru do al Jordan, kaj ni prenu de tie cxiu po unu trabo, kaj ni arangxu al ni tie lokon, por tie logxi. Li diris:Iru.
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3
|2 Reis 6:3|
Kaj unu el ili diris:Volu vi ankaux iri kun viaj servantoj. Kaj li diris:Mi iros.
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4
|2 Reis 6:4|
Kaj li iris kun ili. Kaj ili venis al Jordan kaj hakis arbojn.
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5
|2 Reis 6:5|
Kiam unu el ili faligis arbon, la hakilo falis en la akvon. Kaj li ekkriis kaj diris:Ho ve, mia sinjoro! gxi estas ja prunteprenita!
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6
|2 Reis 6:6|
Kaj la homo de Dio diris:Kien gxi falis? Tiu montris al li la lokon. Kaj li dehakis lignon kaj jxetis tien, kaj la hakilo suprennagxis.
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7
|2 Reis 6:7|
Kaj li diris:Levu gxin. Tiu etendis sian manon kaj prenis.
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8
|2 Reis 6:8|
La regxo de Sirio komencis militon kontraux Izrael, kaj konsiligxis kun siaj servantoj, dirante:Tie kaj tie mi starigxos tendare.
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9
|2 Reis 6:9|
Tiam la homo de Dio sendis al la regxo de Izrael, por diri:Gardu vin, ke vi ne trapasu tiun lokon, cxar tie staras la Sirianoj.
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10
|2 Reis 6:10|
Kaj la regxo de Izrael sendis al la loko, pri kiu diris al li la homo de Dio kaj avertis lin, kaj li tie antauxgardis sin ne unu kaj ne du fojojn.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva