-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
New International Version -
-
1
|2 Reis 12:1|
In the seventh year of Jehu, Joash [Hebrew Jehoash, a variant of Joash; also in verses 2, 4, 6, 7 and 18] became king, and he reigned in Jerusalem for forty years. His mother’s name was Zibiah; she was from Beersheba.
-
2
|2 Reis 12:2|
Joash did what was right in the eyes of the LORD all the years Jehoiada the priest instructed him.
-
3
|2 Reis 12:3|
The high places, however, were not removed; the people continued to offer sacrifices and burn incense there.
-
4
|2 Reis 12:4|
Joash said to the priests, “Collect all the money that is brought as sacred offerings to the temple of the LORD — the money collected in the census, the money received from personal vows and the money brought voluntarily to the temple.
-
5
|2 Reis 12:5|
Let every priest receive the money from one of the treasurers, and let it be used to repair whatever damage is found in the temple.”
-
6
|2 Reis 12:6|
But by the twenty-third year of King Joash the priests still had not repaired the temple.
-
7
|2 Reis 12:7|
Therefore King Joash summoned Jehoiada the priest and the other priests and asked them, “Why aren’t you repairing the damage done to the temple? Take no more money from your treasurers, but hand it over for repairing the temple.”
-
8
|2 Reis 12:8|
The priests agreed that they would not collect any more money from the people and that they would not repair the temple themselves.
-
9
|2 Reis 12:9|
Jehoiada the priest took a chest and bored a hole in its lid. He placed it beside the altar, on the right side as one enters the temple of the LORD. The priests who guarded the entrance put into the chest all the money that was brought to the temple of the LORD.
-
10
|2 Reis 12:10|
Whenever they saw that there was a large amount of money in the chest, the royal secretary and the high priest came, counted the money that had been brought into the temple of the LORD and put it into bags.
-
-
Sugestões

Clique para ler 2 Crônicas 24-25
17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva