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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|2 Reis 14:1|
In the second year of Jehoash [Hebrew Joash, a variant of Jehoash; also in verses 13, 23 and 27] son of Jehoahaz king of Israel, Amaziah son of Joash king of Judah began to reign.
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2
|2 Reis 14:2|
He was twenty-five years old when he became king, and he reigned in Jerusalem for twenty-nine years. His mother’s name was Jehoaddin; she was from Jerusalem.
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3
|2 Reis 14:3|
He did what was right in the eyes of the LORD, but not as his father David had done. In everything he followed the example of his father Joash.
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4
|2 Reis 14:4|
The high places, however, were not removed; the people continued to offer sacrifices and burn incense there.
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5
|2 Reis 14:5|
After the kingdom was firmly in his grasp, he executed the officials who had murdered his father the king.
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6
|2 Reis 14:6|
Yet he did not put the sons of the assassins to death, in accordance with what is written in the Book of the Law of Moses where the LORD commanded: “Fathers shall not be put to death for their children, nor children put to death for their fathers; each is to die for his own sins.” [Deut. 24:16]
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7
|2 Reis 14:7|
He was the one who defeated ten thousand Edomites in the Valley of Salt and captured Sela in battle, calling it Joktheel, the name it has to this day.
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8
|2 Reis 14:8|
Then Amaziah sent messengers to Jehoash son of Jehoahaz, the son of Jehu, king of Israel, with the challenge: “Come, meet me face to face.”
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9
|2 Reis 14:9|
But Jehoash king of Israel replied to Amaziah king of Judah: “A thistle in Lebanon sent a message to a cedar in Lebanon, `Give your daughter to my son in marriage.’ Then a wild beast in Lebanon came along and trampled the thistle underfoot.
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10
|2 Reis 14:10|
You have indeed defeated Edom and now you are arrogant. Glory in your victory, but stay at home! Why ask for trouble and cause your own downfall and that of Judah also?”
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Sugestões

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21 de fevereiro LAB 418
EM VIGOR
Números 28-30
A leitura de hoje trata do mesmo assunto do início ao fim: as ofertas. Naquele tempo, o tipo de ofertas era bem diferente, mas é importante entendermos os princípios que estão por trás do ato de ofertar atualmente.
A palavra oferta é traduzida como o ato de trazer alguma coisa como oferenda ao Senhor. Nos tempos bíblicos existiam dois tipos de ofertas:
1º) Ofertas prescritas por lei – eram aquelas que os judeus traziam regularmente para o Senhor, tais como a oferta do holocausto, de manjares, oferta pacífica, pelo pecado e pela culpa. É claro que a prática delas não está ordenada para nós, cristãos, no sentido da apresentação literal delas. Mas o significado espiritual ainda é válido, porque quando ofertamos ao Senhor, fazemos isso na convicção de que todas essas bênçãos, que são a paz, comunhão com Deus, ausência de sentimento de culpa, purificação e vida abundante, são realidades presentes em nossas vidas. E é aí que se encaixa o outro tipo de ofertas.
2º) Ofertas voluntárias – eram apresentadas como uma expressão de gratidão a Deus. O povo era convidado a ofertar voluntariamente. Quando se empenharam na construção do tabernáculo no Monte Sinai, trouxeram liberalmente as ofertas com todos os materiais necessários para aquela obra. O povo contribuiu com tanta abundância, que Moisés chegou a pedir que parassem de trazê-las. Em uma reforma espiritual e religiosa promovida pelo sumo sacerdote Joiada, o povo ofertou para custear os reparos que precisavam ser feitos no templo. Todos contribuíram generosamente, semelhante ao que aconteceu no reinado de Ezequias.
No Novo Testamento, também há várias referências às ofertas. Muitas delas estão relacionadas ao próprio ministério de Jesus. Lembra da história da viúva pobre que ofertou tudo que tinha? Ela foi louvada pelo Senhor por causa disso. Teve também a mulher do vaso de alabastro, que derramou o unguento caríssimo nos pés de Cristo. Ela foi criticada por algumas pessoas, mas Jesus valorizou o ato de fé que ela demonstrou.
Mas, com certeza, o maior exemplo de ofertas voluntárias que temos no Novo Testamento está nos atos da Igreja Primitiva. Vemos que os crentes chegaram a vender as propriedades para depositar o dinheiro ao apostolado. Eles ofertavam de um jeito que não mediam esforços. As igrejas da Macedônia, por exemplo, contribuíam com alegria, até quando eles estavam passando pelas necessidades da pobreza, dando acima do que podiam para poder aumentar a oferta de socorro aos cristãos da Judéia.
Esses exemplos bíblicos são para nós. Devemos ter a mesma atitude e voluntariedade para com a manutenção da Obra de Deus. O ato de ofertar é uma prática que ainda deve continuar em vigor.
Valdeci Júnior
Fátima Silva