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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Deuteronômio 26:1|
When you have entered the land that the LORD your God is giving you as an inheritance and have taken possession of it and settled in it,
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2
|Deuteronômio 26:2|
take some of the firstfruits of all that you produce from the soil of the land that the LORD your God is giving you and put them in a basket. Then go to the place that the LORD your God will choose as a dwelling for his Name
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3
|Deuteronômio 26:3|
and say to the priest in office at the time, “I declare today to the LORD your God that I have come to the land that the LORD swore to our forefathers to give us.”
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4
|Deuteronômio 26:4|
The priest shall take the basket from your hands and set it down in front of the altar of the LORD your God.
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5
|Deuteronômio 26:5|
Then you shall declare before the LORD your God: “My father was a wandering Aramean, and he went down into Egypt with a few people and lived there and became a great nation, powerful and numerous.
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6
|Deuteronômio 26:6|
But the Egyptians ill-treated us and made us suffer, putting us to hard labour.
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7
|Deuteronômio 26:7|
Then we cried out to the LORD, the God of our fathers, and the LORD heard our voice and saw our misery, toil and oppression.
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8
|Deuteronômio 26:8|
So the LORD brought us out of Egypt with a mighty hand and an outstretched arm, with great terror and with miraculous signs and wonders.
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9
|Deuteronômio 26:9|
He brought us to this place and gave us this land, a land flowing with milk and honey;
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10
|Deuteronômio 26:10|
and now I bring the firstfruits of the soil that you, O LORD, have given me.” Place the basket before the LORD your God and bow down before him.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva