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New International Version -
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|Eclesiastes 9:1|
So I reflected on all this and concluded that the righteous and the wise and what they do are in God’s hands, but no man knows whether love or hate awaits him.
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2
|Eclesiastes 9:2|
All share a common destiny — the righteous and the wicked, the good and the bad, [Septuagint (Aquila), Vulgate and Syriac; Hebrew: does not have and the bad.] the clean and the unclean, those who offer sacrifices and those who do not. As it is with the good man, so with the sinner; as it is with those who take oaths, so with those who are afraid to take them.
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3
|Eclesiastes 9:3|
This is the evil in everything that happens under the sun: The same destiny overtakes all. The hearts of men, moreover, are full of evil and there is madness in their hearts while they live, and afterwards they join the dead.
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4
|Eclesiastes 9:4|
Anyone who is among the living has hope — [Or What then is to be chosen? With all who live, there is hope] even a live dog is better off than a dead lion!
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5
|Eclesiastes 9:5|
For the living know that they will die, but the dead know nothing; they have no further reward, and even the memory of them is forgotten.
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6
|Eclesiastes 9:6|
Their love, their hate and their jealousy have long since vanished; never again will they have a part in anything that happens under the sun.
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7
|Eclesiastes 9:7|
Go, eat your food with gladness, and drink your wine with a joyful heart, for it is now that God favours what you do.
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8
|Eclesiastes 9:8|
Always be clothed in white, and always anoint your head with oil.
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9
|Eclesiastes 9:9|
Enjoy life with your wife, whom you love, all the days of this meaningless life that God has given you under the sun — all your meaningless days. For this is your lot in life and in your toilsome labour under the sun.
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10
|Eclesiastes 9:10|
Whatever your hand finds to do, do it with all your might, for in the grave, [Hebrew: Sheol] where you are going, there is neither working nor planning nor knowledge nor wisdom.
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Sugestões

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08 de junho LAB 525
BUSQUE A DEUS
JÓ 20-21
Na primeira parte da leitura de hoje (capítulo 20), aparece o discurso de Zofar, num tom sarcástico de acusação ao seu amigo Jó. Ele queria dar uma explicação para o sofrimento de Jó, jogando toda a responsabilidade da situação nas costas dele.
Em grande parte, esse discurso termina imitando o que os outros dois amigos, Bildade e Elifaz, já destacaram na discussão deles. A diferença é que Zofar vai mais ao ponto, inclusive, com mais hostilidade. Ele é muito sínico e insinua coisas terríveis como: “Ele tem oprimido os pobres e os tem deixado desamparados; apoderou-se de casas que não construiu” (verso 19). Zofar continua discriminando os crimes específicos que fazem dos ímpios pessoas culpadas, deixando a entender que Jó participava dessa “laia”.
E é com essa ignorante “cara de pau” que os amigos de Jó continuam afirmando que ele é merecedor de todas as desgraças que bateram à sua porta. Não se cansam de pensar assim e ainda fazem um grande esforço para convencê-lo a pensar da mesma forma. Ao levar Jó a reconhecer isso, quem sabe ele tomaria uma atitude que o livrasse da culpa que supostamente tivesse perante o Senhor. Os amigos de Jó acreditavam que ele só poderia achar o caminho de volta se reconhecesse o pensamento deles e agisse como eles achavam que ele deveria agir.
É claro que esses amigos não estavam fazendo nada mais que expressar o pensamento popular da época. Se compararmos isso com João 9:1-3, concluímos que não podemos estabelecer uma relação direta entre cada uma das ações humanas e todas as consequências de cada uma delas. Corremos o risco de nos enganar com isso, principalmente se a tentativa de relacionar os atos com as consequências estiver limitada a olhar numa perspectiva que se limite somente a esta vida. A variação disso tudo pode ser muito grande e muito além da nossa compreensão. Ou seja, se meter a querer interpretar absolutamente todos os fatos como os amigos de Jó estavam tentando fazer, é “dar murro em ponta de faca”.
Mas, apesar desse escrúpulo dos amigos de Jó, Deus ainda era o centro da vida dele (capítulo 21) e tinha participação em tudo o que ele já tinha feito. Jó tinha a consciência tranquila. Embora fosse um pecador, não era um “pecadeiro”. Essa integridade foi mantida no decorrer de toda a sua vida. E isso lhe ajudou a ficar em paz, mesmo diante de tantas acusações.
Embora o ser humano chegue ao fim dos seus recursos, sua saúde e até sua esperança, ainda pode encontrar conforto buscando a presença de Deus em sua vida.
Busque a Deus hoje!
Valdeci Júnior
Fátima Silva