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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Êxodo 22:1|
“If a man steals an ox or a sheep and slaughters it or sells it, he must pay back five head of cattle for the ox and four sheep for the sheep.
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2
|Êxodo 22:2|
“If a thief is caught breaking in and is struck so that he dies, the defender is not guilty of bloodshed;
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3
|Êxodo 22:3|
but if it happens after sunrise, he is guilty of bloodshed. “A thief must certainly make restitution, but if he has nothing, he must be sold to pay for his theft.
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4
|Êxodo 22:4|
“If the stolen animal is found alive in his possession — whether ox or donkey or sheep — he must pay back double.
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5
|Êxodo 22:5|
“If a man grazes his livestock in a field or vineyard and lets them stray and they graze in another man’s field, he must make restitution from the best of his own field or vineyard.
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6
|Êxodo 22:6|
“If a fire breaks out and spreads into thornbushes so that it burns shocks of grain or standing corn or the whole field, the one who started the fire must make restitution.
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7
|Êxodo 22:7|
“If a man gives his neighbour silver or goods for safekeeping and they are stolen from the neighbour’s house, the thief, if he is caught, must pay back double.
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8
|Êxodo 22:8|
But if the thief is not found, the owner of the house must appear before the judges to determine whether he has laid his hands on the other man’s property.
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9
|Êxodo 22:9|
In all cases of illegal possession of an ox, a donkey, a sheep, a garment, or any other lost property about which somebody says, ‘This is mine,’ both parties are to bring their cases before the judges. The one whom the judges declare guilty must pay back double to his neighbour.
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10
|Êxodo 22:10|
“If a man gives a donkey, an ox, a sheep or any other animal to his neighbour for safekeeping and it dies or is injured or is taken away while no-one is looking,
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Sugestões

Clique para ler Êxodo 1-4
17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva