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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Êxodo 30:1|
“Make an altar of acacia wood for burning incense.
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2
|Êxodo 30:2|
It is to be square, a cubit long and a cubit wide, and two cubits high — its horns of one piece with it.
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3
|Êxodo 30:3|
Overlay the top and all the sides and the horns with pure gold, and make a gold moulding around it.
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4
|Êxodo 30:4|
Make two gold rings for the altar below the moulding — two on opposite sides — to hold the poles used to carry it.
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5
|Êxodo 30:5|
Make the poles of acacia wood and overlay them with gold.
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6
|Êxodo 30:6|
Put the altar in front of the curtain that is before the ark of the Testimony — before the atonement cover that is over the Testimony — where I will meet with you.
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7
|Êxodo 30:7|
“Aaron must burn fragrant incense on the altar every morning when he tends the lamps.
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8
|Êxodo 30:8|
He must burn incense again when he lights the lamps at twilight so that incense will burn regularly before the LORD for the generations to come.
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9
|Êxodo 30:9|
Do not offer on this altar any other incense or any burnt offering or grain offering, and do not pour a drink offering on it.
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10
|Êxodo 30:10|
Once a year Aaron shall make atonement on its horns. This annual atonement must be made with the blood of the atoning sin offering for the generations to come. It is most holy to the LORD.”
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva