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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Êxodo 38:1|
They built the altar of burnt offering of acacia wood, three cubits high; it was square, five cubits long and five cubits wide.
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2
|Êxodo 38:2|
They made a horn at each of the four corners, so that the horns and the altar were of one piece, and they overlaid the altar with bronze.
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3
|Êxodo 38:3|
They made all its utensils of bronze — its pots, shovels, sprinkling bowls, meat forks and firepans.
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4
|Êxodo 38:4|
They made a grating for the altar, a bronze network, to be under its ledge, halfway up the altar.
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5
|Êxodo 38:5|
They cast bronze rings to hold the poles for the four corners of the bronze grating.
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6
|Êxodo 38:6|
They made the poles of acacia wood and overlaid them with bronze.
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7
|Êxodo 38:7|
They inserted the poles into the rings so they would be on the sides of the altar for carrying it. They made it hollow, out of boards.
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8
|Êxodo 38:8|
They made the bronze basin and its bronze stand from the mirrors of the women who served at the entrance to the Tent of Meeting.
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9
|Êxodo 38:9|
Next they made the courtyard. The south side was a hundred cubits long and had curtains of finely twisted linen,
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10
|Êxodo 38:10|
with twenty posts and twenty bronze bases, and with silver hooks and bands on the posts.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva