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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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22
|Êxodo 4:22|
Then say to Pharaoh, ‘This is what the LORD says: Israel is my firstborn son,
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23
|Êxodo 4:23|
and I told you, “Let my son go, so that he may worship me.” But you refused to let him go; so I will kill your firstborn son.’”
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24
|Êxodo 4:24|
At a lodging place on the way, the LORD met Moses and was about to kill him.
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25
|Êxodo 4:25|
But Zipporah took a flint knife, cut off her son’s foreskin and touched Moses’ feet with it. “Surely you are a bridegroom of blood to me,” she said.
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26
|Êxodo 4:26|
So the LORD let him alone. (At that time she said “bridegroom of blood”, referring to circumcision.)
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27
|Êxodo 4:27|
The LORD said to Aaron, “Go into the desert to meet Moses.” So he met Moses at the mountain of God and kissed him.
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28
|Êxodo 4:28|
Then Moses told Aaron everything the LORD had sent him to say, and also about all the miraculous signs he had commanded him to perform.
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29
|Êxodo 4:29|
Moses and Aaron brought together all the elders of the Israelites,
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30
|Êxodo 4:30|
and Aaron told them everything the LORD had said to Moses. He also performed the signs before the people,
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|Êxodo 4:31|
and they believed. And when they heard that the LORD was concerned about them and had seen their misery, they bowed down and worshipped.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva