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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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26
|Ezequiel 44:26|
After he is cleansed, he must wait seven days.
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27
|Ezequiel 44:27|
On the day he goes into the inner court of the sanctuary to minister in the sanctuary, he is to offer a sin offering for himself, declares the Sovereign LORD.
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28
|Ezequiel 44:28|
“‘I am to be the only inheritance the priests have. You are to give them no possession in Israel; I will be their possession.
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29
|Ezequiel 44:29|
They will eat the grain offerings, the sin offerings and the guilt offerings; and everything in Israel devoted [The Hebrew term refers to the irrevocable giving over of things or persons to the LORD.] to the LORD will belong to them.
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30
|Ezequiel 44:30|
The best of all the firstfruits and of all your special gifts will belong to the priests. You are to give them the first portion of your ground meal so that a blessing may rest on your household.
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31
|Ezequiel 44:31|
The priests must not eat anything, bird or animal, found dead or torn by wild animals.
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1
|Ezequiel 45:1|
“‘When you allot the land as an inheritance, you are to present to the LORD a portion of the land as a sacred district, 25,000 cubits long and 20,000 [Septuagint (see also verses 3 and 5 and 48:9); Hebrew 10,000] cubits wide; the entire area will be holy.
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2
|Ezequiel 45:2|
Of this, a section 500 cubits square is to be for the sanctuary, with 50 cubits around it for open land.
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3
|Ezequiel 45:3|
In the sacred district, measure off a section 25,000 cubits [That is, about 7 miles (about 11 kilometres)] long and 10,000 cubits [That is, about 3 miles (about 5 kilometres)] wide. In it will be the sanctuary, the Most Holy Place.
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4
|Ezequiel 45:4|
It will be the sacred portion of the land for the priests, who minister in the sanctuary and who draw near to minister before the LORD. It will be a place for their houses as well as a holy place for the sanctuary.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva