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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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|Ezequiel 18:6|
He does not eat at the mountain shrines or look to the idols of the house of Israel. He does not defile his neighbour’s wife or lie with a woman during her period.
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7
|Ezequiel 18:7|
He does not oppress anyone, but returns what he took in pledge for a loan. He does not commit robbery, but gives his food to the hungry and provides clothing for the naked.
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8
|Ezequiel 18:8|
He does not lend at usury or take excessive interest. [Or take interest; similarly in verses 13 and 17] He withholds his hand from doing wrong and judges fairly between man and man.
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9
|Ezequiel 18:9|
He follows my decrees and faithfully keeps my laws. That man is righteous; he will surely live, declares the Sovereign LORD.
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10
|Ezequiel 18:10|
“Suppose he has a violent son, who sheds blood or does any of these other things [Or things to a brother]
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11
|Ezequiel 18:11|
(though the father has done none of them): “He eats at the mountain shrines. He defiles his neighbour’s wife.
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12
|Ezequiel 18:12|
He oppresses the poor and needy. He commits robbery. He does not return what he took in pledge. He looks to the idols. He does detestable things.
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13
|Ezequiel 18:13|
He lends at usury and takes excessive interest. Will such a man live? He will not! Because he has done all these detestable things, he will surely be put to death and his blood will be on his own head.
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14
|Ezequiel 18:14|
“But suppose this son has a son who sees all the sins his father commits, and though he sees them, he does not do such things:
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15
|Ezequiel 18:15|
“He does not eat at the mountain shrines or look to the idols of the house of Israel. He does not defile his neighbour’s wife.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva