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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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26
|Ezequiel 36:26|
I will give you a new heart and put a new spirit in you; I will remove from you your heart of stone and give you a heart of flesh.
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27
|Ezequiel 36:27|
And I will put my Spirit in you and move you to follow my decrees and be careful to keep my laws.
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28
|Ezequiel 36:28|
You will live in the land I gave your forefathers; you will be my people, and I will be your God.
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29
|Ezequiel 36:29|
I will save you from all your uncleanness. I will call for the corn and make it plentiful and will not bring famine upon you.
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30
|Ezequiel 36:30|
I will increase the fruit of the trees and the crops of the field, so that you will no longer suffer disgrace among the nations because of famine.
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31
|Ezequiel 36:31|
Then you will remember your evil ways and wicked deeds, and you will loathe yourselves for your sins and detestable practices.
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32
|Ezequiel 36:32|
I want you to know that I am not doing this for your sake, declares the Sovereign LORD. Be ashamed and disgraced for your conduct, O house of Israel!
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33
|Ezequiel 36:33|
“‘This is what the Sovereign LORD says: On the day I cleanse you from all your sins, I will resettle your towns, and the ruins will be rebuilt.
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34
|Ezequiel 36:34|
The desolate land will be cultivated instead of lying desolate in the sight of all who pass through it.
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35
|Ezequiel 36:35|
They will say, “This land that was laid waste has become like the garden of Eden; the cities that were lying in ruins, desolate and destroyed, are now fortified and inhabited.”
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva