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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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31
|Levítico 25:31|
But houses in villages without walls round them are to be considered as open country. They can be redeemed, and they are to be returned in the Jubilee.
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32
|Levítico 25:32|
“‘The Levites always have the right to redeem their houses in the Levitical towns, which they possess.
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33
|Levítico 25:33|
So the property of the Levites is redeemable — that is, a house sold in any town they hold — and is to be returned in the Jubilee, because the houses in the towns of the Levites are their property among the Israelites.
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34
|Levítico 25:34|
But the pasture-land belonging to their towns must not be sold; it is their permanent possession.
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35
|Levítico 25:35|
“‘If one of your countrymen becomes poor and is unable to support himself among you, help him as you would an alien or a temporary resident, so that he can continue to live among you.
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36
|Levítico 25:36|
Do not take interest of any kind [Or take excessive interest; similarly in verse 37] from him, but fear your God, so that your countryman may continue to live among you.
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37
|Levítico 25:37|
You must not lend him money at interest or sell him food at a profit.
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38
|Levítico 25:38|
I am the LORD your God, who brought you out of Egypt to give you the land of Canaan and to be your God.
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39
|Levítico 25:39|
“‘If one of your countrymen becomes poor among you and sells himself to you, do not make him work as a slave.
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40
|Levítico 25:40|
He is to be treated as a hired worker or a temporary resident among you; he is to work for you until the Year of Jubilee.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva