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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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New International Version -
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1
|Levítico 8:1|
The LORD said to Moses,
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2
|Levítico 8:2|
“Bring Aaron and his sons, their garments, the anointing oil, the bull for the sin offering, the two rams and the basket containing bread made without yeast,
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3
|Levítico 8:3|
and gather the entire assembly at the entrance to the Tent of Meeting.”
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4
|Levítico 8:4|
Moses did as the LORD commanded him, and the assembly gathered at the entrance to the Tent of Meeting.
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5
|Levítico 8:5|
Moses said to the assembly, “This is what the LORD has commanded to be done.”
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6
|Levítico 8:6|
Then Moses brought Aaron and his sons forward and washed them with water.
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7
|Levítico 8:7|
He put the tunic on Aaron, tied the sash around him, clothed him with the robe and put the ephod on him. He also tied the ephod to him by its skilfully woven waistband; so it was fastened on him.
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8
|Levítico 8:8|
He placed the breastpiece on him and put the Urim and Thummim in the breastpiece.
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9
|Levítico 8:9|
Then he placed the turban on Aaron’s head and set the gold plate, the sacred diadem, on the front of it, as the LORD commanded Moses.
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10
|Levítico 8:10|
Then Moses took the anointing oil and anointed the tabernacle and everything in it, and so consecrated them.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva