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New International Version -
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1
|Miquéias 1:1|
The word of the LORD that came to Micah of Moresheth during the reigns of Jotham, Ahaz and Hezekiah, kings of Judah — the vision he saw concerning Samaria and Jerusalem.
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2
|Miquéias 1:2|
Hear, O peoples, all of you, listen, O earth and all who are in it, that the Sovereign LORD may witness against you, the Lord from his holy temple.
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3
|Miquéias 1:3|
Look! The LORD is coming from his dwelling-place; he comes down and treads the high places of the earth.
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4
|Miquéias 1:4|
The mountains melt beneath him and the valleys split apart, like wax before the fire, like water rushing down a slope.
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5
|Miquéias 1:5|
All this is because of Jacob’s transgression, because of the sins of the house of Israel. What is Jacob’s transgression? Is it not Samaria? What is Judah’s high place? Is it not Jerusalem?
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6
|Miquéias 1:6|
“Therefore I will make Samaria a heap of rubble, a place for planting vineyards. I will pour her stones into the valley and lay bare her foundations.
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7
|Miquéias 1:7|
All her idols will be broken to pieces; all her temple gifts will be burned with fire; I will destroy all her images. Since she gathered her gifts from the wages of prostitutes, as the wages of prostitutes they will again be used.”
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8
|Miquéias 1:8|
Because of this I will weep and wail; I will go about barefoot and naked. I will howl like a jackal and moan like an owl.
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9
|Miquéias 1:9|
For her wound is incurable; it has come to Judah. It [Or He] has reached the very gate of my people, even to Jerusalem itself.
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10
|Miquéias 1:10|
Tell it not in Gath; [Gath sounds like the Hebrew for tell.] weep not at all. [Hebrew; Septuagint may suggest not in Acco. The Hebrew for in Acco sounds like the Hebrew for weep.] In Beth Ophrah [Beth Ophrah means house of dust.] roll in the dust.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva